quarta-feira, 27 de junho de 2007

Nickelodeon promove festa "Meus Prêmios Nick"

Nickelodeon promove festa "Meus Prêmios Nick" 26/6/2007 16:01:00
Está chegando a 8ª edição do Meus Prêmios Nick, festa na qual as crianças elegem seus favoritos em várias categorias, como música, televisão e esportes. "A Nick comemora dez anos de vida no Brasil e nada mais natural que o tema do Meus Prêmios Nick seja toda a riqueza oferecida pelo universo do canal, como personagens, desenhos, séries e cores", diz Jimmy Leroy, Vice-presidente de Criação da Nickelodeon América Latina.. Meus Prêmios Nick acontece em três capitais brasileiras: Porto Alegre (15/09), Rio de Janeiro (23/09) e São Paulo (30/09). expectativa é receber cerca de 15 mil pessoas ao fim dos três eventos. A agência Samba Comunicação é a encarregada da execução do evento. Cada etapa contará com até quinze atividades com temas dos personagens e programas do canal. A criançada também poderá curtir o espaço de cinema, videogame e jogos pelo computador, através do Nickturbo, site com conteúdo em banda larga no qual as crianças poderão brincar e assistir episódios e séries completas de seus programas prediletos. O palco do evento será como um grande brinquedo, tendo suas atividades inspiradas no Nickers, novo programa nacional da Nick exibido diariamente.

Cartoon em ação

Mídia em Foco veicula para Cartoon Network no Playcenter 26/6/2007 17:47:00
A Mídia em Foco, especializada em mídia indoor e ações promocionais, executa uma nova ação no Playcenter, desta vez para divulgar o canal Cartoon Network da Turner. A ação consiste na veiculação de seis painéis espalhados pelo parque com informações de um evento do canal que ocorrerá no dia 30 de Junho no parque Villa-Lobos. A veiculação ocorre de 23/06 a 29/06. Mais de 40.000 crianças serão impactadas.

terça-feira, 26 de junho de 2007

Terra cobre Copa América

O Terra fará a cobertura completa da Copa América, que começa nesta terça-feira, 26 de junho, na Venezuela. No endereço http://esportes.terra.com.br/futebol/copaamerica2007, os internautas poderão assistir em tempo real todos os jogos com vídeos exclusivos, fotos, estatísticas e as últimas notícias. Após as partidas, os melhores lances estarão disponíveis on-demand. A competição poderá ser acompanhada nos 18 países em que o portal está presente. Os torcedores brasileiros já acompanham desde a última quinta-feira todos os passos da seleção na competição, com entrevistas e vídeos exclusivos produzidos por um time de enviados especiais como o jornalista Bob Fernandes. Diariamente, o programa Copa América 2007 TV, transmitido ao vivo para toda a América Latina, trará as últimas notícias do torneio. O endereço eletrônico ainda conta com tabelas, artilharia, regulamento, tudo sobre os países participantes, resultados das competições anteriores, fotos dos estádios que sediarão os jogos e um guia do torcedor, com dicas e curiosidades. O internauta também poderá receber vídeos e resultados por celular. O Terra é o portal da competição e hospeda o site oficial em http://copaamericavenezuela2007.terra.com.br/.

Esporte - promoção

A WEBTraffic, empresa de tecnologia de marketing on-line, mostra que o futebol também é uma de suas paixões ao realizar o “Bolão de prêmios do Campeonato Brasileiro 2007”. A campanha é um sucesso e, em apenas seis semanas, registrou a participação de 28 mil pessoas. O bolão, que está em sua segunda edição, este ano é uma promoção da NetShoes e Adidas. Os participantes podem acumular o maior número de pontos de duas maneiras: acertando os resultados das rodadas ou ao indicar o maior número de pessoas para participarem da promoção, através da opção “Escale seu time”. A ação se estende até dezembro quando acaba o Campeonato Brasileiro. A estimativa é que haja mais de 500 mil participantes até o final do bolão. As premiações estão divididas nas categorias: turno, mês, rodada e indicação. O primeiro colocado na promoção ganha uma viagem para a Europa para assistir um jogo da Champions League. Para mais informações acesse www.bolaodepremios.com.br.

8ª edição de 'Meus Prêmios Nick' acontecerá em setembro

8ª edição de 'Meus Prêmios Nick' acontecerá em setembro
Premiação para público infantil tem patrocínio de Sucrilhos Kellogg´s, Trakinas, Chamyto, Baton e Funny
26/06 - 12:32
Acontece no mês de setembro a 8ª edição do ’Meus Prêmios Nick’, premiação em que as crianças elegem os seus favoritos em 14 categorias como música, esporte e televisão. O festival acontece em três capitais brasileiras, em setembro: Porto Alegre, dia 15; Rio de Janeiro, dia 23 e em São Paulo no dia 30, sempre com execução da Samba Comunicação. As etapas terão atividades para as crianças, com os temas dos personagens do canal, além de espaço de cinema, videogame e jogos pelo computador. A expectativa é receber cerca de 15 mil pessoas somando-se os três eventos. A votação terá início no site do canal a partir do dia 03 de julho. A cobertura da premiação será exibida em outubro durante o programa Nickers. As cotas de patrocínio foram adquiridas por Sucrilhos Kellogg’s, Trakinas, Chamyto, Baton e Funny no início deste ano. A campanha de divulgação é composta por spots e teasers, pedindo para que as crianças escolham seus preferidos.

Novo Blogueiro do Globoesporte

Daniel Perrone estréia no GloboEsporte.com 25/6/2007 11:08:00
Daniel Perrone, sócio-diretor da agência de publicidade digital Diretta Web é o mais novo blogueiro e colunista do site GloboEsporte.com. Convidado pela Globo.com, junto com outros publicitários, para ser representante de seu time no site de esportes da emissora, ele aceitou o desafio e coloca o time em campo defendendo o tricolor paulista. Daniel, um São Paulino fanático, vai levar até os torcedores as últimas notícias, curiosidades e críticas, com a bagagem de quem já é colaborador de um dos maiores sites de torcida do Brasil, a SPNet, onde chega a ser considerado pelos internautas um "porta-voz" da torcida na web, tamanho seu engajamento e constante participação.

Promoção Esporte - Globosat

Globosat lança promoção 26/6/2007 10:36:00
O Premiere Futebol Clube, da Globosat, vai lançar, no dia 9 de julho, a promoção Torcedor em Foco. Ela vai presentear os assinantes participantes com instantes de fama na programação do canal. Para tanto, eles deverão enviar fotos que representem a sua relação com o futebol. As melhores imagens entrarão nos intervalos dos jogos e da programação do Premiere. Antes do lançamento oficial, o canal vai aquecer a torcida na Globosat, oferecendo a promoção exclusivamente para os funcionários da empresa, a partir de hoje, 25 de junho. Os 100 primeiros que enviarem fotos pela intranet ganharão canecas de chope do Premiere. Para concorrer, as imagens devem se enquadrar em uma das seguintes categorias: eu e meu time; família e amigos; dia de jogo ou treino; e viagem. Junto com a foto, o participante deve mandar um comentário sobre aquele momento ali registrado. As fotos dos profissionais Globosat serão utilizadas no primeiro comercial da promoção, a ser veiculado no Premiere Futebol Clube.A promoção interna começa hoje.

Brasil é bicampeão no Pan de jogos eletrônicos

Os brasileiros são mesmo ficcionados pela tecnologia, se colocando como bi campeão em competição entre 10 países de video game.
25/6/2007 17:58:00
A delegação brasileira de cyberatletas conquista pelo segundo ano consecutivo o título de campeã da etapa Pan-Americana do World Cyber Games (WCG), campeonato de jogos eletrônicos patrocinado mundialmente pela Samsung. A disputa, que reuniu os melhores jogadores da América, foi realizada de 22 a 24 de junho em Cancun (México). Neste ano o Brasil conquistou cinco medalhas em quatro categorias de games: Age of Empires: The WarChiefs, FIFA 07, Half-Life: Counter-Strike e WarCraft III: The Frozen Throne. Das medalhas trazidas pela delegação, quatro são de ouro e uma de bronze. O Pan-Americano 2007 do WCG contou com a participação de 10 países - Brasil, Canadá, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Guatemala, México, Panamá, Peru e Venezuela - representados pelos 50 melhores gamers do continente.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

IAB Brasil lança Indicadores do Mercado de Internet

22/6/2007 16:25:00
Com o objetivo de servir como referência no que diz respeito aos dados sobre o mercado brasileiro de Internet , o IAB Brasil, através do Comitê de Marketing, dirigido por Lílian Viana, acaba de lançar a primeira edição dos "Indicadores de Mercado". O documento, que está disponível no site da entidade (www.iabbrasil.org.br), traz informações sobre a evolução do número de usuários entre 2002 e 2007, que registra atualmente um total de 33 milhões de internautas, com projeção para chegar a 37 milhões até o final deste ano, segundo análise do IAB.Além do número de usuários, o relatório traz a quantidade de visitantes únicos residenciais e seu crescimento mensal; o tempo médio de navegação; informações sobre o crescimento anual do número de conexões em banda larga no país, além dos dados de participação do meio nos investimentos publicitários.Com informações disponibilizadas pelo IBOPE/NetRatings, IDC e Projeto Inter-Meios, o IAB também realiza projeções sobre cada um dos dados apresentados, de acordo com análises feitas por representantes do mercado que atuam nos comitês de trabalho da associação.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Pepsi utilizando-se das Arenas...

Pepsi reformula comunicação com filmes e Web 15/6/2007 11:28:00
A Pepsi anuncia uma nova forma de se relacionar com o consumidor. A marca passa a se comunicar com os jovens por meio de diversos temas relevantes para esse público. No Brasil, são seis: música, viagem, festivais, emoticons, fotos e downloads. Os temas estão refletidos em todas as atividades da marca, inclusive com peças de divulgação. Ao todo, serão sete filmes, quatro internacionais e três nacionais, criados pela AlmapBBDO, que vão destacar o novo conceito. A assinatura deixa de ser "Arrisque mais. Viva mais" e passa a ter várias versões refletindo a diversidade da nova comunicação. No caso do tema Foto, por exemplo, a assinatura é "Sorrir, Viver, Mostrar, Inventar, Conhecer, Fotografar, Muito". Já em Download: "Enviar, Baixar, Divertir, Navegar, Interagir, Personalizar, Muito".Uma das grandes novidades deste novo conceito é a forma de utilizar a internet como principal ferramenta de comunicação. É a primeira vez na história da marca no Brasil que ela terá seis sites diferentes, cada um relacionado a um dos temas, onde o consumidor vai poder participar de forma interativa. Cada embalagem divulga seu respectivo site, que foi criado pela AlmapBBDO. Nos endereços, o internauta encontra conteúdo diferenciado, conforme assunto escolhido. No site www.pepsi.com.br/musica, por exemplo, o consumidor participa do Air Guitar. Na página, o internauta pode fazer um solo "imaginário" de guitarra, bateria ou baixo. Para isso, ele só tem que ligar a webcam e começar a se movimentar para a música tocar. Outro exemplo é o site www.pepsi.com.br/emoticon, que disponibiliza uma ferramenta que cria emoticons personalizados. O terceiro site é o www.pepsi.com.br/foto, onde o usuário pode editar fotos com balões de texto e criar adereços para enfeitar a imagem.Além disso, a marca também disponibiliza um conteúdo exclusivo para ser baixado via celular por meio da tecnologia WAP.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Reflexões sobre marcas que não usam publicidade para crescer

Grandes marcas escapam da publicidade tradicional 13/6/2007 10:32:00
De fato a propaganda, em geral, é considerada como agregadora de valores para uma marca. Há inclusive usuais chavões que ilustram a fundamentalidade do espírito e emitem o alerta de que a "propaganda é a alma do negócio". Porém, apesar de difundida em larga escala entre os mercados, essa tese é passível de controvérsias ou adaptações. Cases como Google, Starbucks e Playboy confirmam esta idéia. Embora sejam marcas atuantes em diversos segmentos, e enfrentarem forte concorrência, elas permanecem entre as maiores empresas do mundo. O fato comum entre elas é a ausência da propaganda como valor pioneiro de seu império.A marca Google, especializada em serviços de Internet , mostra o panorama de que o cenário está em mutação. Oficialmente disponível em 1998, em menos de 10 anos, a marca foi orçada em 66,3 bilhões de dólares e anunciada como a mais valiosa do mundo (veja a matéria). O fortalecimento se deu em cumplicidade com o próprio desenvolvimento da Web . Não houve, portanto, gastos extraordinários como forma de divulgação do produto. A própria funcionalidade foi a ferramenta chave para alcançar o sucesso. Entretanto, empresas que desembolsam milhões em publicidade para se manter na mídia , como Coca-Cola e McDonalds, apareceram abaixo na lista das 100 melhores. Segundo levantamento do Ibope Mídia, a Coca-Cola foi relacionada como um dos 25 maiores anunciantes do mercado brasileiro em 2006. A consultoria Millward Brown, responsável pelo estudo, atribuiu sucesso do Google também ao aumento de investimentos na área de serviços convergentes tecnologicamente. Em relação à mesma pesquisa datada do ano passado, o salto da empresa foi de 77% no ranking. O bom relacionamentoRecentemente inaugurada no Brasil, especificamente na cidade de São Paulo, a rede de cafeterias Starbucks ostenta a liderança mundial no segmento. Lá, encontram-se variados tipos de cafés. A empresa conseguiu transformar o ato corriqueiro de tomar café num hábito social, ao estilo de um ponto de encontro. Suas estratégias de marketing, porém, nunca incluíram a propaganda clássica como forma de divulgação. De acordo com o atual proprietário da rede, Howard Shultz, os valores da empresa se baseiam essencialmente no aperfeiçoamento das relações entre funcionários e clientes como trunfo do negócio . O faturamento no último ano fiscal foi de 7,8 bilhões de dólares. Atualmente, a Starbucks figura entre uma das 100 melhores empresas para se trabalhar no mundo, de acordo com estudo promovido pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).Crescer sem a TVO caso da Playboy é ligeiramente diferente. Criada em 1953 por Hugh Hefner, a edição chegou ao mercado brasileiro há 32 anos. De lá para cá, foram décadas de fortalecimento no segmento editorial voltado para o público masculino. A construção desse relacionamento se deu por meio de ações de marketing diferenciadas. Tanto que o primeiro comercial da marca em TV aberta aconteceu apenas no ano passado, em edição comemorativa de aniversário.Segundo a gerente de Publicação da Playboy, Cinthia Obrecht, "anunciar em TV não faz parte da estratégia da marca". Apesar de poder alcançar milhões de espectadores pelo meio audiovisual, um conjunto de ações como eventos, materiais de ponto-de-venda como totens nas bancas de jornais, e mídias alternativas é que compõe a estratégia de comunicação. Entre as principais idéias estão o marketing viral e promocional como divulgação de conteúdos referentes. De acordo com Cinthia, festas promovidas pela Playboy, vídeos dos ensaios divulgados, comunidades em sites de relacionamento, aproximam o leitor do ambiente proposto pela publicação. "A idéia é sempre transformar uma marca em algo palpável e não distante do consumidor".Marcelo Gripa - Adnews

O Investimento publicitário está indo para outros ferramentas de comunicação - outros formas de contato com a marca também nos EUA

Where's the Money Moving? Out of Media
Ad Dollars Drop, but That Doesn't Mean Marketers Have Stopped Spending
By Bradley Johnson Published: June 11, 2007 CHICAGO (AdAge.com) -- U.S. ad spending -- at least the measured kind -- fell 0.3% in the January-to-March period, the first down quarter since the ad recovery began in 2002. But a drop in reported ad spending does not mean a drop in marketing spending. That's because what marketers need isn't just measured media; it's measurable results.
Omnicom President-CEO John Wren said his firm's emphasis on marketing services has given it an edge over rivals recently. Budgets are gravitating from old-line measured media to an array of marketing-services -- digital, direct, customer relationship management -- that offers better tools to quantify results. Marketing services includes some media offerings, such as online ads. But much of marketing services doesn't fit in the box of an ad to be sold. For companies in the business of selling media space and time, a shift to non-media forms of marketing poses a fundamental challenge. Marketing services win outMarketing-services disciplines often fly under the radar, unmeasured by ad trackers such as TNS Media Intelligence, which put out the first-quarter data. But the shift is clear: In 2005, U.S. agencies generated more revenue from marketing services than from traditional advertising and media, according to Ad Age's DataCenter. The trend has continued. In the first quarter, the top three agency holding companies -- Omnicom Group, WPP Group and Interpublic Group of Cos. -- collectively generated 53% of worldwide revenue from marketing services. Omnicom last quarter generated even more revenue -- 57% -- from marketing services, and President-CEO John Wren said those disciplines have helped the firm outperform its rivals. "We are much larger in the marketing-services area relative to any of our leading competitors," he told analysts in April. "You know, I definitely think that's been a significant advantage for Omnicom over probably forever, but definitely for the last five or six years, and maybe even accelerated over the past couple of years." To be sure, the economy is soft -- first-quarter GDP rose at an annual clip of 0.6%, worst since 2002 -- and ex-Fed chief Alan Greenspan sees a one-in-three chance of recession this year. Advertising can be a leading indicator: Measured spending began to fall three months before the official start of the 2001 recession, and it didn't begin a sustained rebound until six months after the downturn ended. But the agency business, boosted by digital work, is growing: U.S. agency employment in April hit its highest point since the 2001 recession. In contrast, traditional media companies have slashed 40,500 jobs -- 4.6% of workers -- since the measured-ad-spending recovery took hold in 2002. Good for the webAs traditional media disciplines struggle to adapt, internet media are gaining share. The internet's share of measured spending rose to 8.1% in the first quarter from 5.4% five years ago, according to TNS data. Even when they lose share, disciplines still can grow revenue. Consider the advent of TV: Every other consumer medium lost share from 1950 to 1960, yet every medium still managed to gain revenue during that booming decade. Even radio, most threatened by TV, managed a small gain. And by one measure, first-quarter measured media spending actually rose a little: Jon Swallen, senior VP-director of research at TNS, said the 0.3% drop becomes a 2.2% gain if you factor out Olympics advertising that boosted year-ago figures.

terça-feira, 12 de junho de 2007

As agências estão acordando?

Tecnologia faz LewLara reestruturar mídia 12/6/2007 09:39:00
A LewLara passa por um momento de reestruturação de sua área de mídia, comandada por Otávio Luiz Martins. "O nosso foco será as novas tecnologias que surgem no mercado, como o celular e a internet, e novas formas de se comunicar com o consumidor", afirma o diretor nacional de mídia da agência. Entre as novidades está um núcleo voltado exclusivamente para o uso do merchandising como ferramenta de comunicação. "O merchandising evoluiu muito nos últimos anos e hoje está inserido no contexto do programa, sem agredir o consumidor", comenta Martins.Sem dúvida as aparições de marcas e produtos em programas e também em novelas estão bem diferentes. Um exemplo é a Natura, que estará presente no novela "Paraíso Tropical", que vai ao ar pela Rede Globo, mostrando o quanto tornar-se uma consultora da marca pode ser importante na auto-estima e na própria vida de uma mulher. "Não existe mais aquela coisa de o produto ou a marca aparecer simplesmente, sem nenhum contexto", explica Martins. Uma prova que esse tipo de ação tem dado bons resultados para o cliente é o aumento significativo de projetos realizados pela agência nos últimos anos. Em 2005 foram 153; 2006, 216; e para este ano já estão aprovadas 372 inserções com marcas como Natura, farinha Dona Benta, sabão em pó Minuano, Pernambucanas, refrigerantes Schincariol, TIM, margarina Delícia e Swift. Na verdade, esse tipo de ação não tem como ser mensurada, a opção fica para as pesquisas realizadas com os consumidores. "Uma outra forma de se saber se a ação tem dado resultado são as vendas", completa Martins. O executivo dá dicas para o sucesso da ação. "É preciso escolher adequadamente o programa e definir corretamente como será o desenrolar da ação. É preciso garantir a visibilidade do produto, mas tomar cuidado para não poluir o programa com muita informação".A LewLara possui 32 clientes em seu portfólio e o objetivo para 2007 é crescer mais que o mercado, que vem tendo um incremento de 8% a 10% ao ano. "O departamento de merchandising tem como meta encontrar e criar novas oportunidades dentro dos programas que estão na mídia hoje", explica Martins. "Mesmo com o sucesso desse tipo de ação, não existe a possibilidade de migração de mídias, porque em algumas casos, o merchandising não é o ideal para aquela campanha ou para aquele cliente", comenta o executivo.As mudanças na agência inclui também a aposta em novas mídias como a internet e o celular. "Um conceito muito importante que a LewLara está implementando na agência é o fato de a internet não ser mais apresentada para o cliente como um plano diferenciado de comunicação", afirma o responsável pela área de planejamento e operação de internet na agência, Igor Puga."A internet já não é mais um meio desconhecido, ela deve ser tratada como um meio comum e não diferenciado", completa o executivo. Segundo Puga, esse tipo de atitude da agência em relação à internet é um avanço na publicidade brasileira. "Houve um rompimento nas barreiras. Com isso o cliente fica mais seguro e mais gente começa a trabalhar com o meio e descobre que ele não é tão difícil de se conhecer assim", continua Puga. Ele conta que a expectativa da LewLara é ter um aumento de 120% no faturamento de internet devido, principalmente, às mudanças dos processos internos.Uma pesquisa realizada pela Marplan mostra que a internet está cada vez mais presente no dia-a-dia das pessoas. Após consultar donas de casa, das classes ABC com mais de 25 anos, o instituto concluiu que 41% das mulheres ficam pelo menos uma hora por dia conectadas à rede.O profissional explica que o celular é hoje o que a internet foi há alguns anos. "Eles são meios bem diferentes, enquanto que com a internet existe uma busca de conteúdo, no celular o conteúdo tem sido agregado ao meio de comunicação. Por isso eles não devem ser trabalhados da mesma forma", comenta Puga. Para ele, as ações voltadas para o celular ainda vão passar por um processo de amadurecimento, mas hoje se mostram mais eficazes quando utilizam a interatividade, como o SMS. "A atitude de participar daquela ação é do consumidor, é ele que escolhe interagir com a ação", diz Puga. Ele lembra que no caso do celular há regras específicas que defendem o consumidor que não deseja receber informações em seu aparelho.Fonte: Gazeta Mercantil

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Mídias Digitais

Brasil tem 8,9 milhões de computadores em residências 6/6/2007 16:13:00
O número de computadores cresce de ano em ano no Brasil. De acordo com pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 06/05, pelo Ibope, no primeiro trimestre de 2006 havia 7,9 milhões de residências com computador. Este ano, a contagem já alcançou a marca de 8,9 milhões. Atualmente, cerca de 33 milhões de pessoas se conectam a rede mundial. O estudo mostrou ainda que o brasileiro é o internauta que mais fica conectado à Web em casa, com cerca de 21 horas por mês. Tal índice os coloca à frente de americanos e japoneses, por exemplo. Em entrevista ao noticiário Jornal Hoje, da Rede Globo, o responsável pela pesquisa disse que o crescimento nos gráficos de acesso estimula a economia e desperta investimentos no setor, além de promover a inclusão digital. Graças às aplicações financeiras, os preços do mercado de informática têm seduzido cada vez mais consumidores. A previsão da indústria de eletro-eletrônicos é vender 10 milhões de computadores pessoais em 2007, 20% a mais do que em 2006.

www.espmdigital.com.br Vc sabia?

Diretora de Criação da Africa é a madrinha da ESPM Digital 5/6/2007 17:01:00
Suzana Apelbaum foi escolhida para ser a madrinha da ESPM Digital. Hoje à noite acontece uma cerimônia com um coquetel de inauguração do portal (www.espmdigital.com.br). Suzana fará uma apresentação sobre os melhores cases de mídia on-line, além de conversar com os alunos e inspirá-los a entrar no mundo da Criação Digital. "Ser a madrinha dessa iniciativa é uma honra e um barato", acredita a diretora de criação. A ESPM Digital é o canal de comunicação entre os profissionais da área e alunos. A intenção é transmitir o conhecimento gerado, informar sobre as novidades e principais realizações do mercado digital e debater sobre a comunidade digital. Suzana colabora com o portal semanalmente, publicando podcasts , com dicas de sites interessantes relacionados à área de publicidade. Os diversos conteúdos podem ser encontrados no site como games, Mobile Marketing, ações digitais, novidades em livros da área digital, entrevistas com profissionais do mercado, Google Ad Sense, arquitetura de informação, tv digital, Web 2.0, advergames, Marketing Viral, SEO, MMORPG, comunidades on-line, Orkut, blogs, moblogs, fotologs, E-commerce, ergonomia, consumidor digital, interface, e-mail marketing e SMS.

TV Aberta esta perdendo audiência

Sem Copa, TV perde audiência 6/6/2007 09:33:00
Os telespectadores estão assistindo menos à televisão em 2007. De acordo com estatísticas, entre os meses de janeiro a maio, o número de televisores ligados na Grande São Paulo teve queda de 4 % no horário nobre, considerado das 18 às 24 horas. Regrediu de 64,1%, flagrados no mesmo período de 2006, para 61,6%. Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, nem o clima frio foi capaz de evitar a queda da audiência. O baixo índice deste ano é atribuído, portanto, ao fato de em 2006, precisamente em junho, ter ocorrido a Copa do Mundo de futebol. Maio registrou o melhor resultado até então este ano. A média do mês foi de 62,6%. Mesmo assim, ainda amargou queda de 4,1 pontos em relação ao mesmo período do ano passado.As emissoras RedeTV! e Record foram as únicas que obtiveram crescimento da audiência no horário nobre. Respectivamente 10% e 5%. A Globo caiu 8%, Band 6% e SBT 18%.Redação Adnews

terça-feira, 5 de junho de 2007

Criatividade para driblar restrições

Propaganda usa criatividade para driblar restrições 4/6/2007 16:17:00

E na mídia, qual seram os formatos?

A intenção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de impor regras mais severas à veiculação de propagandas de bebidas está provocando uma pequena revolução entre os fabricantes de cerveja. Mas as empresas que produzem bebidas com teor alcoólico mais alto, como vodca ou uísque, pouco se abalaram com as notícias. Há tempos elas já aprenderam a conviver com uma série de restrições na publicidade. Entre as regras que estão sendo preparadas pela Anvisa estão a proibição da veiculação de propaganda de cerveja na televisão entre as 8 horas e as 20 horas. Também estuda-se a possibilidade de proibir celebridades de aparecer nos comerciais. No caso das bebidas mais fortes, o horário de proibição se estenderia das 6 horas às 21 horas. Mas, segundo publicitários, as campanhas de vodca, uísque e cachaça já não entram no ar antes das 21 horas.As restrições, na verdade, acabaram sendo responsáveis por campanhas multipremiadas em festivais publicitários. É o caso da propaganda do uísque Johnnie Walker. "A proposta da campanha, sob o slogan "Keep Walking", ressalta situações em que se apresentam sólidos valores humanos", diz Alexandre Gama, presidente da NeogamaBBH, agência que no Brasil trabalha para a marca da multinacional inglesa Diageo. "Nessa série de anúncios ninguém aparece bebendo, nem o produto é exibido. Aparece apenas a assinatura da marca."Outra série de comerciais festejada em todo o mundo é a da vodca Absolut, do grupo sueco V&S. O formato pouco convencional da garrafa, bojuda e de gargalo curto, acabou virando uma espécie de tela para artistas plásticos dos quatro cantos do mundo criarem obras de arte. Essa ação resultou em mais de 2 mil anúncios e inúmeras exposições dos trabalhos, assim como livros e discussões sobre arte contemporânea."Estava em Estocolmo na semana passada justamente para um encontro em que se discutiu o marketing com responsabilidade na indústria de bebidas", diz Gustavo Clauss, diretor da V&S no Brasil. "Os europeus estão cientes de que valores éticos e socialmente aceitáveis devem pautar sua comunicação."As fabricantes de bebidas também descobriram há tempos que investir em eventos é uma grande forma de expor a marca. Atualmente, por exemplo, a Diageo promove no País o "1º Scotch Whisky Festival". Entre as ações previstas pelo evento estão jantares com cardápios harmonizados com uísque, criados por renomados chefs de cozinha. A companhia quer sugerir uma alternativa para a celebrada parceria vinho/jantar. No Nordeste, as festas juninas reúnem multidões e são alvo de promoções de bebidas como a vodca Smirnoff. As vinícolas vêm construindo a reputação de suas marcas com degustações orientadas por enólogos, palestras e apresentações musicais.A normatização da Anvisa, que pode sair esta semana, na opinião dos publicitários agregará muito pouco à comunicação da indústria de bebidas. "Na verdade 90% dos comerciais já são veiculado após às 20 horas", diz Antonio Fadiga, presidente da Fischer América, agência que detém as contas da cervejaria Femsa (Kaiser e Sol), mas também tem a conta do uísque irlandês Jameson. "Se acabarem com as celebridades, por exemplo, as campanhas vão simplesmente se reinventar."Fonte: O Estado de S.Paulo

Circulação de jornais cresce, principalmente com gratuitos

Circulação de jornais no Brasil cresce 6,5% 5/6/2007 09:19:00
Revogando sua indicação anterior e apresentando valores ainda mais otimistas, a WAN (Associação Mundial de Jornais, do inglês) divulgou pesquisa atestando que a circulação total de jornais no mundo cresceu 2,3% em 2006 e 9,48% nos últimos cinco anos. O estudo levantou dados de 11.207 periódicos, representando todos os 232 países onde existe produção de jornais impressos.Os números apontam a tendência global, camuflando os mercados onde o movimento foi de queda na tiragem diária dos jornais pagos. A América do Norte foi o único continente que apresentou um número absoluto menor, caindo 1,97% em um ano. Apesar do aumento de 0,74% na Europa em 2006, somados os últimos cinco anos o continente registra uma queda de 4,12%. A Alemanha apresentou 9,35% de queda no total de tiragem nesse período, contra 5,7% na França, 17,05% na Letônia, 11,13% nos países baixos e 12,5% no Reino Unido.Fator gratuitosApesar destas quedas consideráveis em muitos dos países mais ricos do mundo, o relatório apresenta um quadro otimista, mais ainda se computados os jornais gratuitos. Pode-se concluir que a tendência da Europa não é da diminuição do número de leitores de jornais, mas da substituição de produtos pagos pelos gratuitos. Levando esses jornais em conta, temos que a variação total do numero de exemplares diários rodados cresceu 10,19% em um ano e 12,84% em cinco. Os jornais gratuitos já respondem por 31,94% do total europeu.Somados os gratuitos, a publicação global diária de jornais cresceu 4,61% no último ano e 14,76% nos últimos cinco. O número total de títulos também cresceu quase no mundo todo, alcançando 7% de crescimento na Ásia em 2006. Apenas na América do Sul o número se manteve estável.O diretor geral da WAN, Timothy Balding, encarou os números com otimismo: "Ao mesmo tempo em que as mídias digitais acumulam forças, é notável como os meios impressos continuam sendo a principal opção para quem quer se manter informado. Os jornais estão aproveitando ao máximo as novas oportunidades proporcionadas pelos canais digitais para expandir sua audiência".A mesma entidade já havia publicado conclusões parciais da pesquisa Tendências Mundiais da Imprensa, apontando que o crescimento foi de 1,9% no ano passado e 8,7% nos últimos cinco. O relatório completo, com 700 páginas de dados e análises, está disponível para venda no site da WAN. A versão impressa custa 449 euros, mas existem opções mais em conta.Fonte: Comunique-se

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Publicidade via celular - EUA

A MTV anunciou seu primeiro contrato de venda de espaço publicitário em seu conteúdo produzido para celulares. Pepsi e Intel serão patrocinadores de vídeos criados pela emissora para telefones móveis nos EUA. "Comprar espaço apenas na TV ou na internet não é mais suficiente para anunciantes. O celular é um ótimo espaço para se anunciar. A publicidade no conteúdo móvel é o próximo passo a ser dado pelo setor de telefonia celular", afirmou o presidente da Viacom, dona da MTV, Philippe Dauman. O grupo Viacom produz nada menos que 1 mil clipes e 100 horas de vídeos para celular por mês, distribuídos em 40 diferentes canais de TV móvel em 80 operadoras ao redor do mundo. Além da MTV, a Viacom controla a Paramount Pictures e o canal Nickelodeon. Dauman foi um dos palestrantes principais nesta quarta-feira, 28, na CTIA Wireless, maior evento norte-americano de telefonia móvel, que acontece esta semana em Orlando. Outro grupo de mídia que aposta no modelo de conteúdo patrocinado para celular é a EMI. A gravadora realizou uma pesquisa com consumidores americanos e europeus no ano passado que consistiu em testar a reação diante de vídeos com propaganda no celular. A empresa enviou vídeos de seus artistas de graça, mas que eram precedidos por anúncios no formato tradicional de TV. "80% dos consumidores não viram nenhum problema em assistir a anúncios para receber vídeos de graça", relatou o CEO da EMI, Eric Nicoli, outro palestrante do evento nesta quarta-feira. O advento da publicidade em conteúdo vendido para celular já havia sido destaque no Mobile Entertainment Live, evento que precedeu a CTIA Wireless, na última segunda-feira, conforme noticiado aqui. O vice-presidente da Disney, Larry Shapiro, defendeu o modelo de publicidade como uma forma de melhor remunerar os provedores de conteúdo. A grande questão é saber se as operadoras estão dispostas a aceitar esse modelo e o quanto vão querer de participação na receita publicitária.Fonte: Tela Viva News

e-Publicidade deve crescer 33% em 2007

A publicidade na internet deve crescer 33% este ano, de acordo com estimativa da Intermeios. E a TV por assinatura, vai acompanhar esse crescimento ou vai ser ainda maior?(nota da Blogger)A internet respondia em 2006 por 2,1% dos investimentos em publicidade no país. Neste ano, deve fechar com 2,8% do total. A previsão ganhou força depois do resultado registrado no 1º trimestre deste ano. Os anunciantes investiram 46% a mais na rede mundial de computadores se comparado ao mesmo período de 2007. A mídia exterior, por exemplo, teve queda de 17% nas receitas com anúncios. Alguns fatores apontados por especialistas contribuem para o crescimento. Um deles é o amadurecimento do mercado de internet. O modismo de 1999 e 2000, período identificado como o da "bolha" de investimentos na web, acabou. Também o perfil dos usuários de internet está mais conhecido.- Os investidores hoje sabem o que querem e conhecem o alto potencial dos internautas como formadores de opinião - diz o diretor-geral do UOL, Marcelo Epperlein. Outros fatores também animaram os investidores. O Brasil está no topo da lista de nações que gasta mais tempo na internet. Em abril deste ano, gastaram pelo menos 21h44m com navegação, bem acima dos Estados Unidos e da França. No mesmo mês, o número de usuários no Brasil chegou a 33,7 milhões.Além disso, projeção da consultoria e-bit prevê que o comércio eletrônico alcance as cifras de R$ 10 bilhões em 2007, um aumento de 127% em relação ao ano passado. Fonte : O Globo Online

Como medir o "Santo Graw" da mídia?

Nielsen Pursues Next Holy Grail: Set-top-Box Data
Commercial Ratings Are Finally Out, so Here's the New Metric to Master
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By Claire Atkinson Published: June 01, 2007 NEW YORK (AdAge.com) -- As the TV industry begins to wrestle with the implications of Nielsen's just-released commercial-ratings data, the company is already eyeing new measurement systems to be used as currency in the media and marketing universe.
Jed Meyer, senior-VP Nielsen Digital Plus Many digital channels are still too small to be tracked by Nielsen Media Research's TV rating system, and advertisers are asking who's watching their long-form video-on-demand content, so set-top-box data is emerging as the next holy grail. Spearheading Nielsen's march in that direction is Jed Meyer, senior-VP Nielsen Digital Plus, head of a relatively new unit unveiled at a client meeting in February. Providing accountability "Ideally, what we'd provide is more accountability in terms of audience measurement, improved granularity of reporting on the new niche networks, geographic niches or targeted niches," Mr. Meyer said. "The second bucket is to report on interactive ad platforms that cable providers are rolling out. They've invested a lot of money to do things like long-form commercials and they need metrics." Mr. Meyer is also looking to help cable and satellite operators improve their customer relationship management, or CRM, in order to cross-sell services by analyzing what existing subscribers are watching. Nielsen Digital Plus is drafting plans with sibling units such as Monitor Plus and A.C. Nielsen to see if it can match data on what ads ran when, who was watching, and whether those people bought the products. And that's got marketers interested in what this nascent division has to offer. But for now Mr. Meyer is focused on working with cable and satellite systems operators. As yet, only DirecTV has signed on as a client; other cable companies did not wish to go public about their involvement with the unit. Mandate from the top Such is the potential for Nielsen Digital Plus that soon after David Calhoun arrived at the company as CEO, he told Mr. Meyer to get the project on the fast track. "He got it in the first five minutes. David Calhoun talks about making bets in key areas. I would submit this is a great area of interest for us and everybody," Mr. Meyer said. Mr. Calhoun is not alone in thinking this could be a huge revenue generator down the line. Charter Communications is already selling second-by-second ratings generated from its set-top box data and is working with ad spending measurement giant TNS Media Intelligence to turn it into something the industry can use. Media agency Starcom USA is a subscriber. Indeed there are various data mining projects aimed at sifting through set-top-box data across the industry. Nielsen is hoping that it has a significant edge over rivals such as Rentrak that will help it become the de facto third-party clearinghouse for set-top-box numbers. "Nielsen's advantage is having a finger in other parts of the pie," said Ira Sussman, Cable Advertising Bureau's senior VP-research. "People want to know what's happening in the household from every single source. That's a tough nut to crack. TNS also has a great product and competition is what's going to help things move faster." What households are doing besides TV Nielsen, after all, can tell clients what viewers are doing at home on their computers, and what other devices are plugged into the TV set, from PlayStations to DVD players. More important, it can tell if the screen is dark, even when the set-top box indicates that everyone's home watching Nickelodeon. Though cable operators already provide set-top-box data, Nielsen argues its efforts are more beneficial to clients because it will establish norms in both reporting the data and in setting standards for such things as what defines a stream. Not only does Time Warner Cable report data differently than Comcast, but the various set-top boxes from hardware firms like Scientific Atlanta also spit out the information in different ways. For instance, "The Sopranos" might be referred to as "TS1" in one report and as "The_SPN" in another. The big sticking point in reaching this gold mine is privacy, and all participants are clear to underline that they take consumer privacy very seriously. Uncertain business model How the business model pans out is anyone's guess at this stage. Mr. Meyer won't comment on whether Nielsen would pay the cable companies or the other way around, but one thing is -- the cable operators want to get paid for this valuable information. "I'm cognizant of their desire to create a revenue stream and if I can meet their desires, I am going to try to," Mr. Meyer said. Meanwhile, cable operators are keen to stress that collecting insights from set-top boxes is no easy job. "It is not a snap of the fingers to take raw data and turn it into business intelligence. It's an art and a science. It is quite, quite technical," said Jonathan Sims, Comcast Spotlight, VP-research. The big question facing Mr. Meyer is whether Nielsen can deliver on the promise quickly. "Talk to anyone and they get my sense of urgency. We know we need to move fast, and [Nielsen Media Research President-CEO] Susan Whiting gets it. Her directive is to make this happen quickly. It is critical to our future," he said.