Aqui no Brasil já começamos a sentir algumas mudanças, internet crescendo mais que todos os outros meios, Arenas na comunicação, mas a TV aberta ainda está com a maior fatia dos inv. Publicitários. Por quanto tempo mais?
Acompanhem abaixo alguns sinais das grandes mudanças - Reino Unido e Àsia.
Google ultrapassa maior emissora comercial do Reino Unido12/11/2007, 19h37Segundo levantamento do jornal britânico Times no final de outubro, as receitas do Google com links patrocinados ultrapassaram as da ITV1, principal emissora comercial do Reino Unido, no terceiro trimestre do ano. No ano passado, o site de buscas já havia superado o Channel 4, outro canal comercial.O Google gerou 327 milhões de libras no país, de julho a setembro, ante 317 milhões de libras da ITV1 no mesmo período.No acumulado dos primeiros três trimestres de 2007, o Google faturou 925 milhões de libras, devendo fechar o ano com receitas de 1,25 bilhão de libras.Ainda assim, a ITV1 deve fechar o ano à frente do Google, com receitas de 1,3 bilhão de libras. Mas as receitas da emissora vêm caindo. Da Redação - PAY-TV News
PAX reveals changes in media habits - Ásia
Synovate’s PAX survey of affluent consumers reveals a slight decline in television watching as this group is seen to be watching TV on the move – via personal computers, mobile phones etc while out of the home. However, Channel NewsAsia and Bloomberg showed an increase in viewership.
Amongst the other channels, National Geographic Channel and AXN also did well. ESPN remains the leading sports channel with a growth in top management watching.
In general, the regional magazines declined but Forbes and National Geographic Magazine did show positive growth in this survey. The world is changing fast and, while the declines are not dramatic, magazines must adjust to the new landscape.
The PAX survey is also useful to agencies and brand managers as it paints a regional picture (11 markets) of the consumers who have the most spending power and who tend to lead market trends.
Nielsen Media Index 2007 for Singapore is published
The story for Singapore is much as the regional PAX survey. The Nielsen Media Index 2007 showed overall a slight dip in newspaper and magazine readership, a trend repeated for terrestrial television. There were certain magazines which were reported with good growth so it does point to content being the prime driver for success. Cable television subscribers continue to grow and usage of the Internet is high (51% accessed it Yesterday) in the Republic because of the broadband access. Cinema and radio are holding their own.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
domingo, 4 de novembro de 2007
Brasil já é o sexto maior usuário da internet no mundo
Brasil já é o sexto maior usuário da internet no mundo 3/11/2007 16:07:00
O Brasil é o sexto maior usuário de internet no mundo em termos de total de população que acessa a rede. Os dados foram divulgados ontem pela Organização das Nações Unidas (ONU) às vésperas da conferência que ocorrerá no Rio de Janeiro na semana que vem e que discutirá o futuro da internet. O Brasil espera que o encontro sirva para redefinir a administração da rede e que as decisões sobre o controle da internet não se limitem apenas a uma entidade americana, a ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers, organização que gerencia os padrões técnicos e a distribuição de endereços para os sites da internet).Segundo os dados da ONU, 39 milhões de pessoas são usuárias da rede mundial de computadores no Brasil. O País supera o Reino Unido, França e Itália no total de internautas.A liderança é dos Estados Unidos, com 210 milhões de usuários. A China vem em segundo lugar, com 162 milhões. No Japão são 86 milhões, contra 50 milhões na Alemanha e 42 milhões na Índia.Segundo a ONU, hoje são 1,2 bilhão de pessoas com acesso à rede em todo o mundo. Isso significa que mais de um sexto da população do planeta já conta com a tecnologia, ainda que a distribuição seja desigual. Há dez anos, eram 70 milhões.Apesar da posição brasileira, em termos percentuais o País ainda está distante dos líderes, com apenas 21% da população conectada, contra 69% nos Estados Unidos.Mas, ainda assim, a posição de destaque do Brasil repercute no número de usuários que usam o português em suas comunicações na rede. Segundo a ONU, a língua é a 7ª mais usada na Internet, superando inclusive o árabe, uma das línguas oficiais das Nações Unidas. O inglês é a língua mais usada na rede, com 365 milhões de usuários, ante 184 milhões em chinês e 101 milhões em espanhol.SOBERANIAApesar de China, Índia e Brasil já contarem com um número significativo de internautas, a realidade é que politicamente esses países ainda dependem de decisões que são tomadas sem que sejam consultados.No 2º Fórum de Governança da Internet, evento que ocorre no Rio de Janeiro de 12 a 15 de novembro, a esperança do governo é o de começar a reverter esse cenário, propondo algum mecanismo para que os governos sejam ouvidos nas decisões relativas à Internet.Os EUA, porém, rejeitam qualquer tipo de mudança mais profunda na gestão da rede, temendo perder o controle e ainda permitir que países não-democráticos tentem censurar certos conteúdos.Mas para Markus Kummer, coordenador do evento, dificilmente a reunião do Rio de Janeiro conseguirá modificar o atual cenário."As posições de cada governo e ator são conhecidas e não vejo como isso possa ser mudado por enquanto", disse Kummer. Segundo a ONU, a reunião trará ao Rio aproximadamente 2 mil pessoas.
O Brasil é o sexto maior usuário de internet no mundo em termos de total de população que acessa a rede. Os dados foram divulgados ontem pela Organização das Nações Unidas (ONU) às vésperas da conferência que ocorrerá no Rio de Janeiro na semana que vem e que discutirá o futuro da internet. O Brasil espera que o encontro sirva para redefinir a administração da rede e que as decisões sobre o controle da internet não se limitem apenas a uma entidade americana, a ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers, organização que gerencia os padrões técnicos e a distribuição de endereços para os sites da internet).Segundo os dados da ONU, 39 milhões de pessoas são usuárias da rede mundial de computadores no Brasil. O País supera o Reino Unido, França e Itália no total de internautas.A liderança é dos Estados Unidos, com 210 milhões de usuários. A China vem em segundo lugar, com 162 milhões. No Japão são 86 milhões, contra 50 milhões na Alemanha e 42 milhões na Índia.Segundo a ONU, hoje são 1,2 bilhão de pessoas com acesso à rede em todo o mundo. Isso significa que mais de um sexto da população do planeta já conta com a tecnologia, ainda que a distribuição seja desigual. Há dez anos, eram 70 milhões.Apesar da posição brasileira, em termos percentuais o País ainda está distante dos líderes, com apenas 21% da população conectada, contra 69% nos Estados Unidos.Mas, ainda assim, a posição de destaque do Brasil repercute no número de usuários que usam o português em suas comunicações na rede. Segundo a ONU, a língua é a 7ª mais usada na Internet, superando inclusive o árabe, uma das línguas oficiais das Nações Unidas. O inglês é a língua mais usada na rede, com 365 milhões de usuários, ante 184 milhões em chinês e 101 milhões em espanhol.SOBERANIAApesar de China, Índia e Brasil já contarem com um número significativo de internautas, a realidade é que politicamente esses países ainda dependem de decisões que são tomadas sem que sejam consultados.No 2º Fórum de Governança da Internet, evento que ocorre no Rio de Janeiro de 12 a 15 de novembro, a esperança do governo é o de começar a reverter esse cenário, propondo algum mecanismo para que os governos sejam ouvidos nas decisões relativas à Internet.Os EUA, porém, rejeitam qualquer tipo de mudança mais profunda na gestão da rede, temendo perder o controle e ainda permitir que países não-democráticos tentem censurar certos conteúdos.Mas para Markus Kummer, coordenador do evento, dificilmente a reunião do Rio de Janeiro conseguirá modificar o atual cenário."As posições de cada governo e ator são conhecidas e não vejo como isso possa ser mudado por enquanto", disse Kummer. Segundo a ONU, a reunião trará ao Rio aproximadamente 2 mil pessoas.
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