quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Abert prepara censo da radiodifusão no Brasil

28/11/2007, 18h51
A Abert prepara um grande levantamento sobre o mercado brasileiro de radiodifusão. O projeto, apelidado de censo da radiodifusão, está sendo realizado pela associação em conjunto com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), e é cooordenada pelo ex-presidente da Anatel, o economista Luiz Guilherme Schymura.
Segundo apurou este noticiário, trata-se de um projeto de mais de R$ 1 milhão que trará um mapeamento completo das emissoras de rádio e TV do País, consolidando uma série de informações econômicas, operacionais e tributárias. Segundo Daniel Slaviero, presidente da Abert, a pesquisa pretende saber o faturamento das empresas, o número de funcionários, as principais fontes de receitas (incluindo comercialização de espaço não publicitário, como cultos religiosos ou arrendamento de programação), as condições da infra-estrutura, a natureza da programação (que tipos de programas e o percentual de cada gênero), o volume de produção própria, o total de impostos pagos e mais uma série de dados que hoje não existem de forma consolidada.
O projeto foi formatado de tal maneira, diz Slaviero, que a Abert não receberá os dados individuais de cada radiodifusor, já que há preocupação de sigilo. Assim, a única coisa que será conhecida é a consolidação, por municípios e regiões, diz Flávio Cavalcanti Jr., diretor geral da associação. São mais de 5 mil emissoras de rádio e cerca de 400 emissoras de TV. As emissoras educativas e comunitárias não serão incluídas no levantamento. O projeto começa a render os primeiros resultados parciais, de acordo com o cronograma, em abril de 2008, e deverá estar totalmente concluído em setembro do próximo ano. O levantamento junto às emissoras de TV começa imediatamente. Já as emissoras de rádio, cujo mercado é mais complexo e pulverizado, começam a ser pesquisadas em um projeto piloto no Rio de Janeiro, que servirá de base para a formatação da pesquisa para o restante do País. Apesar de ser um levantamento bancado pelos associados da Abert, a pesquisa deve incluir emissoras não associadas, como a Band e a Rede TV, dependendo, é claro, de negociação sobre a confidencialidade das informações.
O objetivo da Abert é ter subsídios para discutir com o governo e com o Congresso mostrando o exato tamanho do mercado de radiodifusão e a realidade das emissoras comerciais de rádio e TV em todos os tipos de municípios e regiões. Samuel Possebon - TELA VIVA News

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Mudanças na mídia mundial - casos do Reino Unido e Ásia

Aqui no Brasil já começamos a sentir algumas mudanças, internet crescendo mais que todos os outros meios, Arenas na comunicação, mas a TV aberta ainda está com a maior fatia dos inv. Publicitários. Por quanto tempo mais?
Acompanhem abaixo alguns sinais das grandes mudanças - Reino Unido e Àsia.

Google ultrapassa maior emissora comercial do Reino Unido12/11/2007, 19h37Segundo levantamento do jornal britânico Times no final de outubro, as receitas do Google com links patrocinados ultrapassaram as da ITV1, principal emissora comercial do Reino Unido, no terceiro trimestre do ano. No ano passado, o site de buscas já havia superado o Channel 4, outro canal comercial.O Google gerou 327 milhões de libras no país, de julho a setembro, ante 317 milhões de libras da ITV1 no mesmo período.No acumulado dos primeiros três trimestres de 2007, o Google faturou 925 milhões de libras, devendo fechar o ano com receitas de 1,25 bilhão de libras.Ainda assim, a ITV1 deve fechar o ano à frente do Google, com receitas de 1,3 bilhão de libras. Mas as receitas da emissora vêm caindo. Da Redação - PAY-TV News
PAX reveals changes in media habits - Ásia
Synovate’s PAX survey of affluent consumers reveals a slight decline in television watching as this group is seen to be watching TV on the move – via personal computers, mobile phones etc while out of the home. However, Channel NewsAsia and Bloomberg showed an increase in viewership.
Amongst the other channels, National Geographic Channel and AXN also did well. ESPN remains the leading sports channel with a growth in top management watching.
In general, the regional magazines declined but Forbes and National Geographic Magazine did show positive growth in this survey. The world is changing fast and, while the declines are not dramatic, magazines must adjust to the new landscape.
The PAX survey is also useful to agencies and brand managers as it paints a regional picture (11 markets) of the consumers who have the most spending power and who tend to lead market trends.
Nielsen Media Index 2007 for Singapore is published
The story for Singapore is much as the regional PAX survey. The Nielsen Media Index 2007 showed overall a slight dip in newspaper and magazine readership, a trend repeated for terrestrial television. There were certain magazines which were reported with good growth so it does point to content being the prime driver for success. Cable television subscribers continue to grow and usage of the Internet is high (51% accessed it Yesterday) in the Republic because of the broadband access. Cinema and radio are holding their own.

domingo, 4 de novembro de 2007

Brasil já é o sexto maior usuário da internet no mundo

Brasil já é o sexto maior usuário da internet no mundo 3/11/2007 16:07:00
O Brasil é o sexto maior usuário de internet no mundo em termos de total de população que acessa a rede. Os dados foram divulgados ontem pela Organização das Nações Unidas (ONU) às vésperas da conferência que ocorrerá no Rio de Janeiro na semana que vem e que discutirá o futuro da internet. O Brasil espera que o encontro sirva para redefinir a administração da rede e que as decisões sobre o controle da internet não se limitem apenas a uma entidade americana, a ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers, organização que gerencia os padrões técnicos e a distribuição de endereços para os sites da internet).Segundo os dados da ONU, 39 milhões de pessoas são usuárias da rede mundial de computadores no Brasil. O País supera o Reino Unido, França e Itália no total de internautas.A liderança é dos Estados Unidos, com 210 milhões de usuários. A China vem em segundo lugar, com 162 milhões. No Japão são 86 milhões, contra 50 milhões na Alemanha e 42 milhões na Índia.Segundo a ONU, hoje são 1,2 bilhão de pessoas com acesso à rede em todo o mundo. Isso significa que mais de um sexto da população do planeta já conta com a tecnologia, ainda que a distribuição seja desigual. Há dez anos, eram 70 milhões.Apesar da posição brasileira, em termos percentuais o País ainda está distante dos líderes, com apenas 21% da população conectada, contra 69% nos Estados Unidos.Mas, ainda assim, a posição de destaque do Brasil repercute no número de usuários que usam o português em suas comunicações na rede. Segundo a ONU, a língua é a 7ª mais usada na Internet, superando inclusive o árabe, uma das línguas oficiais das Nações Unidas. O inglês é a língua mais usada na rede, com 365 milhões de usuários, ante 184 milhões em chinês e 101 milhões em espanhol.SOBERANIAApesar de China, Índia e Brasil já contarem com um número significativo de internautas, a realidade é que politicamente esses países ainda dependem de decisões que são tomadas sem que sejam consultados.No 2º Fórum de Governança da Internet, evento que ocorre no Rio de Janeiro de 12 a 15 de novembro, a esperança do governo é o de começar a reverter esse cenário, propondo algum mecanismo para que os governos sejam ouvidos nas decisões relativas à Internet.Os EUA, porém, rejeitam qualquer tipo de mudança mais profunda na gestão da rede, temendo perder o controle e ainda permitir que países não-democráticos tentem censurar certos conteúdos.Mas para Markus Kummer, coordenador do evento, dificilmente a reunião do Rio de Janeiro conseguirá modificar o atual cenário."As posições de cada governo e ator são conhecidas e não vejo como isso possa ser mudado por enquanto", disse Kummer. Segundo a ONU, a reunião trará ao Rio aproximadamente 2 mil pessoas.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

TV + online + Revista

From: Center for Media Research [mailto:research@mediapost.com] Sent: Thursday, October 25, 2007 7:44 AMTo: Bulgrin, ArtieSubject: Research Brief: Cumulative Media Drive Purchase Intent


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Thursday, October 25, 2007
Cumulative Media Drive Purchase Intent
A new guide from Magazine Publishers of America announced by Ellen Oppenheim, Executive Vice President/Chief Marketing Officer, MPA, aggregates new findings from marketing research and consulting companies Marketing Evolution and Dynamic Logic, along with the latest research from other third-party sources, to offer a comprehensive view of the role of media in influencing consumer purchase decisions and online behavior
The report analyzes cross-media accountability data from 32 studies to determine each medium's effectiveness through the purchase funnel. The overall findings indicate that:
Media synergy is important. Three media were better than two, and two media were better than one in generating results
The combination of TV and magazines provided significantly more lift than did TV plus online
TV and magazines produced the greatest lifts ! in ad awareness, with each medium contributing significantly more impact than online
Magazines were by far the most effective in increasing purchase intent, with a significantly greater point increase compared to the next highest ranking medium in both studies
Magazines were the most consistent performer in producing positive results in the most campaigns at all stages of the purchase funnel
Index of Cumulative Effects of Different Media Combinations Pre/Post Point Change (Index Versus TV Alone)

Aided Brand Awareness
Advertising Awareness
Message Association
Brand Favorability
Purchase Intent
TV Only
100
100
100
100
100
TV + Online
148
152
367
170
127
TV + Magazines
190
200
1,266
425
251
TV + Magazines + Online
239
239
1,500
495
278
Results, an aggregate of 15 studies, reflect the impact of different media combinations expressed as an index with TV as the base medium.
Source: Dynamic Logic/Millward Brown CrossMedia Research, 2007
! Presented in MPA's accountability guide, Marketing Evolution's analysis of nine client-commissioned studies examines, among other things, how magazine ads contributed to building web traffic. Specifically, the study compares the number of online visits among consumers who saw magazine ads to those of consumers who read different issues of the same magazines without any exposure to the ads.
Key findings include:
Magazine ads had a major impact on building web traffic, with a lift of more than 40% over the control group, on average
Magazine ads generated web traffic at each stage of the purchase funnel, especially purchase intent
Including a URL address in magazine ads significantly increased web visits. When the URL was included, the percent change in visits tripled
For the Automotive category in particular, magazine ads had significant impact in driving traffic to the auto brands' websites-with an average increase of seven points, representing a! n 85% lift, over the control group
"Quantifying the significant impact print magazine ads have on driving on web usage confirms multiple surveys that document the vital role magazines can play in this digital age," said Ms. Oppenheim. "The study reinforces that marketers looking to boost their website traffic or prompt searches on their products would benefit from leveraging magazines as part of their media plans."
Additional web-related findings cited in the accountability guide include:
Offline media perform well in driving web traffic and search, often better than online media
Each medium influences online behavior differently and plays a distinctive role
"Qualified" search offers quite different and informative results than "total" search results
When looking at the role individual media play in driving web results, magazin! es most consistently drive web traffic and search
Ms. O ppenheim noted, "The latest findings from Dynamic Logic echo the range of conclusions from other independent researchers that magazines play a prominent role in influencing consumers' buying decisions, especially in the area of purchase intent... "
The Executive summary in the report concludes that the third-party findings, gathered in Accountability II: How Media Drive Results and Impact Online Success, offer insights on purchase funnel dynamics and consumer online behavior that can have profound ramifications for advertisers looking to maximize their return on marketing investment.
And, Bob Liodice, President, Association of National Advertisers, said in September, 2007 "In my mind, the primary objective of ‘marketing accountability' is to improve the productivity of the entire marketing supply chain to better discern what works and what doesn't work, so that we can build brand equity, drive short-term business result! s, enhance long-term performance potential, streamline and increase the productivity of the marketing process, (and) improve the marketing decision-making process across all platforms."
For more information, please visit here.


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Research Brief for Thursday, October 25, 2007: http://www.centerformediaresearch.com/cfmr_brief.cfm?fnl=071025

We use the term research in the broadest possible sense. We do not perform an audit, nor do we analyze the data for accuracy or reliability. Our intention is to inform you of the existence of research materials and so we present reports as they are presented to us. The only requirements we impose are that they are potentially useful and relevant to our readers and that they pass the rudimentary test of relying on acceptable industry standards. We explicitly do not take responsibility for the findings. Please be aware of this and check the source for yourself if you intend to rely on any of the data we present.

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terça-feira, 18 de setembro de 2007

Prepare-se para receber propagandas em seu celular

Prepare-se para receber propagandas em seu celular 14/9/2007 16:52:00
Seu celular pode ser um dos últimos pontos do mundo a se manter relativamente livre de publicidade. Mas não por muito tempo. Empresas de mídia e publicidade encontraram uma forma de ganhar acesso aos celulares das pessoas por meio da transmissão de anúncios pelo sistema Bluetooth, a mesma tecnologia usada por alguns dos sistemas de viva-voz para celulares.Eis como funciona o método: quando o usuário está localizado a menos de 10 metros de um outdoor, vitrine ou bilheteria de casa de espetáculo que contenha um sistema Bluetooth ativo, ele pode ser convidado a ligar a função Bluetooth de seu celular para receber um arquivo --uma canção, um vídeo ou uma oferta de cupons de desconto.Se você estiver passeando pelo Champs Elysees, por exemplo, não se surpreenda caso um dia a luxuosa Lancome, usando essa tecnologia, fizer um convite para experimentar seu mais novo perfume, em uma loja próxima.Você também pode receber clipes publicitários da Coca-Cola ou um trailer do filme de animação "Happy Feet", da Warner Bros."O celular é o aparelho eletrônico que as pessoas carregam quase todo o tempo, de modo que representa oportunidade boa demais para que as empresas de mídia e anunciantes desperdicem", disse Nick Jones, analista do setor de tecnologia sem fio no grupo de pesquisa Gartner.Mas as operadoras de telefonia móvel não estão demonstrando grande entusiasmo pelo marketing via Bluetooth, já que ele tem custo zero para os usuários e em muitos casos não gera receita adicional para elas.Em lugar disso, operadoras de telefonia móvel como a Orange favorecem uma tecnologia rival chamada Code 2D -ou QR (quick response codes).Astrid Wendlandt - Reuters

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

HBO exibe 2ndLife Doc

HBO exibe primeiro documentário rodado no Second Life 5/9/2007 11:54:00
A HBO adquiriu os direitos de exibição de "Molotovs Dispatches in Search of the Creator: a Second Life Odyssey", primeiro documentário inteiramente rodado em um mundo virtual. O filme estréia na rede em 2008. Dirigido por Douglas Gayeton (conhecido por fimes como "Johnny Mnemonic"), o documentário conta, em uma série de mini-episódios, a história do avatar chamado Molotov Alva - alter ego digital de Gayeton -, e suas andanças pelo metaverso Second Life.Na história, Molotov Alva desapareceu da sua casa na Califórnia em janeiro de 2007. Recentemente, vídeos distribuídos por um avatar de mesmo nome apareceram no Second Life. O primeiro vídeo da série pode ser visto no YouTube.Na sua busca pelo criador deste novo universo, Molotov Alva encontra personagens de todos os tipos: de furries (fãs de um certo ramo da ficção científica, ligado à fantasia) a ciberpunks, de novos-ludistas (referência ao movimento de quebra-quebra nas fábricas do século XIX) a escravos sexuais.Fonte: IDG Now!

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Games

In-game advertising predicted to reach $US850 million by 2011
The worldwide market for advertising integrated in video games connected to the Internet will rocket from $US80 million in 2007 to $US852 million in 2011, according to ABI Research.As gamers connect consoles to the Internet for online gaming and commerce, publishers and their console partners increasingly will look to reach them through advertising, ABI notes. "In many ways, console vendors and game publishers view gaming services as an ever-more attractive 'channel' to reach an active demographic," says ABI Research Director Michael Wolf. "In the past, static advertising meant that publishers and their ad partners could not create real-time marketing messages. With the incorporation of ad clients directly into game engines — and through connections to ad servers — advertisers will be able to deliver advertising that reaches audiences in-game and through the walled garden game network."ABI Research sees in-game advertising as just one of the new revenue streams that will benefit from the conversion of console gaming into connected gaming. Online downloading of entertainment content such as movies and TV shows will grow as Sony and Microsoft nurture their respective video offerings, it says. All three major console vendors will experience strong growth in casual game download revenues. ABI Research forecasts the casual and classic game download market for gaming consoles to grow tenfold from $93 million in 2007 to $1.1 billion by 2011. "At present, all three game console vendors are investing heavily in online gaming and commerce infrastructure," says Wolf. "While these investments are not profitable today, we expect mounting acceptance of the online channel as one of the primary mediums to get new content on the console, causing online gaming to become a significant contributor to revenues for all three vendors within three to four years."

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Walter Longo analisa inovações da era digital

Walter Longo analisa inovações da era digital
Vice-presidente da Y&R ressalta importância da visão do cenário atual do marketing para obter sucesso nos próximos anos
Fábio Suzuki, de Curtiiba
16/08 - 16:57
As constantes mudanças movidas pela revolução digital aumentam a importância da avaliação futura do mercado para que as companhias aproveitem da melhor forma as possibilidades de serviços oferecidas pelas novas tecnologias. Essa necessidade de antecipar os serviços utilizados nos próximos anos (ou meses) foi abordada pelo publicitário Walter Longo, vice-presidente da Y&R, em sua palestra nesta quinta-feira, 16, durante o III Fórum de Marketing de Curitiba. Segundo ele, o sucesso das companhias daqui pra frente está diretamente ligado às inovações proporcionadas aos consumidores. “Não percebemos a dimensão e rapidez das mudanças que ocorrem hoje, e só os mais adaptados é que terão um futuro promissor. A capacidade de visão irá separar os vitoriosos dos perdedores”, avalia. Segundo Longo, a era digital possibilitou expandir e qualificar a comunicação ao mesmo tempo – “algo impensável há poucos anos atrás” – e citou os Advergames e a Outernet como mídias que estão atraindo cada vez mais investimentos dos anunciantes.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Media Trends

Media Trends
Em sua palestra no II Fórum Internacional de Mídia, Fernanda Ramos, Gerente de Planejamento Estratégico da Giovanni+DraftFCB, citou dez tendências que aplicadas ao plano de mídia, gera uma experiência imersiva entre os interlocutores - marca e consumidor.
Gostaria de destacar cinco tendências:
1. Co-criação:
Consumidor passa a fazer parte do processo de criação da marca, do produto, da embalagem;
2. Inspirience:
Valorização da casa, que reflete a personalidade do dono;
3. Eco Friends:
Consumo consciente, discurso de bem-estar;
4. Tryvertising:
Busca de novas formas para proporcionar contato com o produto antes da compra; evolução do sampling.
Ex: máquina de café em mobiliário urbano;
5. Being Spaces & Brand Spaces:
Aproveitar todas as oportunidades de contato, facilitando a vida do target e estabelecendo um relacionamento.
Ex: formas de tornar o deslocamento casa-trabalho menos sofrível; no Japão, lan house onde você pode tomar banho;
Nokia silent booth - para falar no celular em show;
Acredito que todo processo de comunicação deve ser contínuo, como um relacionamento de conhecimento mútuo e esta premissa está cada vez mais acessível em virtude dos novos meios de interação - a evolução dos meios de comunicação ;)
Leia mais sobre o que foi discutido no II Fórum Internacional de Mídia do Rio de Janeiro no site do Grupo de Mídia RJ.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

TV no celular flexibiliza publicidade

TV no celular flexibiliza publicidade
Sistema cria horários de pico e reduz a disputa pelo tradicional horário nobre da tevê
Cláudia Bergamasco
21/08 - 17:17
A tecnologia pela qual é possível assistir programas de tevê na tela do celular ainda não tem data para chegar ao Brasil, mas nos países onde já é uma realidade (Japão, Coréia do Norte, África do Sul, Finlândia e Itália), o sistema mexeu com o setor da propaganda. Essa é a conclusão do vice-presidente executivo de vendas e marketing da unidade brasileira da Samsung, José Roberto Ferraz de Campos. Como o usuário pode assistir tevê em qualquer lugar e a qualquer hora, os anunciantes podem escolher vários horários de pico ao longo do dia para veicular suas campanhas. Na prática, o sistema reduz a disputa pelo tradicional horário nobre da tevê - no Brasil, entre 18 e 23 horas.
A Samsung já oferece aparelhos celulares aptos a receber sinal de tevê digital na Ásia e em alguns países da Europa. No Brasil, a chegada desse tipo de aparelho depende de vários fatores, entre eles, a definição do padrão de tecnologia a ser adotado, que não é único. Cada país adota um padrão diferente. A tendência, segundo Campos, é que o Brasil adote o japonês ISDN. De qualquer forma, não deve demorar muito para o consumidor brasileiro assistir programas de tevê pelo celular. Coisa de um ano, em média, estima o executivo.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

TV digital mudará maneira de medir ibope; telejornais podem perder pontos

13/08/2007 - 09h52
TV digital mudará maneira de medir ibope; telejornais podem perder pontos
DIÓGENES MUNIZEditor-assistente de Ilustrada da Folha Online
A TV digital transformará a maneira de medir audiência televisiva. O próprio faturamento publicitário das atrações sofrerá mudanças. Projeções com públicos restritos apontam quem ganhará telespectadores (séries e novelas) e quem perderá (telejornais) por conta da digitalização dos canais.
O Ibope está desenvolvendo um aparelho para descobrir não apenas a emissora sintonizada, como faz hoje, mas também o conteúdo digital que está sendo consumido seja qual for a grade de programação. Isso porque a TV digital chega com a promessa de, assim como nos EUA, oferecer autoprogramação, na qual o usuário pode escolher a hora em que verá determinado programa.
Diógenes Muniz/Folha Online
DIB 6, desenvolvido pelo Ibope, vai poder medir audiência de programas gravados na TV digital
"A TV digital cria uma alternativa para o telespectador. Haverá, sim, aumentos e quedas de audiência. É natural que aconteça", diz Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia.
A audiência de TV aberta no Brasil é medida hoje pelo DIB 4, um aparelho que é instalado na residência dos espectadores para revelar os canais sintonizados.
"Esse instrumento identifica em qual canal você sintoniza. Já o novo aparelho, DIB 6, vai monitorar conteúdo --também de internet, celular e rádio. Ele pode identificar um programa em segundos, minutos ou horas depois de ter sido transmitido e atribuir audiência", explica Dora.
Segundo o Ibope, falta ainda definir como os novos dados serão apresentados. Os pontos tradicionais como vemos hoje devem continuar, mas acompanhados de um levantamento mais complexo. Por exemplo: terá de se apresentar, além da audiência do programa na hora da transmissão, seu ibope acumulado quando foi visto por gravação digital. O DIB 6 terá amostra piloto ainda neste ano, em São Paulo.
Autoprogramação
Segundo projeções, a opção de armazenar e escolher a que hora assistir determinado programa (autoprogramação) favorece a audiência de séries e novelas. Uma pesquisa divulgada pela SKY em junho último sobre o hábito dos usuários de DVR --gravador de vídeo digital-- revelou que 41% dos assinantes preferem assistir apenas ao que eles mesmos gravam. Ou seja, quase metade dos usuários não acompanha mais a TV "ao vivo", na ordem em que a programação é oferecida pelas emissoras.
De toda a grade, os programas menos gravados por quem já usa o DVR em TV por assinatura são os telejornais, segundo o mesmo estudo de comportamento. Apesar do estudo ser sobre um público isolado, segue-se a lógica de que, diferentemente de novelas e seriados, telejornais são produtos mais perecíveis, de data de validade mais curta.
O gravador de vídeo digital estará fora dos primeiros nos receptores da TV digital brasileira --os chamados "set top box", que devem custar pelo menos cerca de R$ 800. Técnicos dizem que eles chegariam num segundo lote, a médio prazo.
Michael Probst/AP

TV digital chega em dezembro deste ano a São Paulo; confira o especial da Folha Online
No entanto, a Net vai levar ao mercado em dezembro um produto que funcionará como receptor de TV digital e gravará programas. O DVR da Net chega aos assinantes em dezembro, na estréia da TV digital, também por cerca de R$ 800.
Comerciais
A autoprogramação ainda permitirá que, manualmente, o telespectador evite comerciais. De acordo com especialistas, os jornalísticos serão os produtos mais prejudicados caso o "corte" do intervalo pegue no Brasil.
Para se manterem rentáveis, os programas devem inserir ainda mais merchandising (introduções "sutis" de produtos na transmissão) durante a atração ou recorrer a patrocínios. Os telejornais, em tese, não podem incluir ofertas deste tipo em suas notícias, com perigo de perderem a suposta independência editorial.
Nelson Hoineff, cineasta e diretor do IETV (Instituto de Estudos de Televisão), lembra que alguns telejornais do século passado traziam a propaganda em seus nomes --caso do "Repórter Esso" e da primeira versão do "Jornal Nacional", da TV Rio, patrocinado pelo Banco Nacional.
"A idéia do 'break' é recente. As plataformas digitais, como a internet, apontam para o conteúdo sob demanda, fazendo com que a programação em grade seja severamente modificada a longo prazo. Esperamos que isso traga uma maneira diferente e específica de comercialização", diz Nelson. Para ele, no entanto, "não é razoável pensar em merchandising em telejornais".
"Esse recurso [de conteúdo sob demanda] é terrível. Querem acabar com o nosso negócio", rebate José Marcelo Amaral, diretor de tecnologia da Rede Record. Para ele, "a TV é feita para a população de massa ver o que está passando ao vivo".
Programa de notícias de maior audiência na TV brasileira, o Jornal Nacional atinge em média cerca de 6 milhões de pessoas na Grande SP a cada transmissão.
Proibição
Lucio Tavora/Folha Imagem

Ministro Hélio Costa diz que decisão sobre bloqueador na TV Digital não foi tomada
Pela proposta dos radiodifusores, a decisão de proibir ou não a gravação dos programas será da própria emissora de televisão.
Em alguns casos, a gravação será totalmente proibida e o sinal enviado pelas emissoras já estará bloqueado.
Para outros programas, a gravação será permitida, mas o sinal será bloqueado para regravação. Ou seja, o telespectador poderá gravar a novela, por exemplo, para ver em outro horário, mas não conseguirá repassar o arquivo para um CD, o que permitiria a reprodução e mesmo comercialização do programa.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

MTV investe em games

MTV investirá US$ 500 milhões em jogos 16/8/2007 16:02:00
A MTV Networks planeja investir mais de 500 milhões de dólares em videogames, e vê essa categoria aquecida do mercado de entretenimento como uma das peças centrais do seu crescimento, com o objetivo de atingir os consumidores onde quer que eles passem seu tempo. O plano de investimento com prazo de dois anos é parte de uma estratégia mundial que incorpora desde o início o desenvolvimento de jogos a planos de concepção de toda a programação, em lugar de acrescentá-los posteriormente, dizem executivos."Os jogos são vitais", disse Mika Salmi, presidente de mídia digital mundial na MTV Networks, em entrevista, na semana passada. Salmi se transferiu para a MTV depois de a controladora da empresa, Viacom, adquirir a Atom Entertainment, no ano passado, por 200 milhões de dólares. Na Atom, ele comandava a Shockwave.com, pioneira dos jogos online. "Na medida em que estreitamos e aprofundamos a abordagem de nossas marcas para atender aos nossos nichos de audiência dirigida, decidimos investir mais de 500 milhões de dólares em nossa divisão de jogos, para todas as marcas de nosso portfólio", afirmou Judy McGrath, presidente-executiva e do conselho da MTV Networks, à Reuters."Gostaria de ver mais jogos para algumas de nossas maiores marcas atuais no grupo de música", declarou McGrath, em referência ao desenvolvimento de jogos para toda a gama de programas da rede. A aposta é considerada um risco, em um setor no qual o índice de fracasso é considerável, enquanto as empresas de mídia tradicional tentam encontrar espaço no setor mundial de videogames, que movimenta 30 bilhões de dólares ao ano. "As companhias de mídia estão loucas, se pensam em produzir videogames diretamente", afirmou Michael Pachter, analista da Wedbush Morgan sobre o desenvolvimento de jogos complicados para consoles. "Elas agem como se qualquer um fosse capaz desse trabalho. E a verdade é que nem todos são".Os historiadores apontam para a incursão da Warner Communications no mercado de jogos, em 1976, com a aquisição da Atari, pioneira nos jogos de fliperama e consoles de videogame. A transação foi vista como um dos maiores fracassos do grupo.Kenneth Li - Reuters

Self Reality - CGC

No Multishow, "Retrato Celular" mostra pessoas em "self-reality"
LUIZ FERNANDO VIANNADA SUCURSAL DO RIO Se a última grande novidade da televisão foram os reality shows, por que não se inspirar nos blogs e no YouTube e fazer algo mais reality e menos show? Esse pensamento, traduzido no conceito "self-reality", levou a Conspiração Filmes a realizar, sob encomenda do canal Multishow, a série "Retrato Celular".Durante duas semanas, 24 telefones com alta qualidade na captação de som e imagem foram entregues a jovens de quatro Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul). Orientação: filmar o que quisessem de suas vidas. Até no extremo norte da Noruega um dos aparelhos foi parar, levado pelo maratonista mineiro Camilo Geraldi."Ao filmarem as próprias vidas, as pessoas escolhem o que querem mostrar e acabam se mostrando. Nós não criamos estereótipos. Mas, às vezes, elas mesmas se estereotipam", diz o diretor-geral Andrucha Waddington, emocionado ao citar um longo e silencioso plano feito pelo músico carioca Leandro Sapucahy, 37, de seu filho Leonardo, 9: "Nunca vi material tão íntimo".Sapucahy foi o personagem-piloto, convidado em março passado. Em seguida, a equipe dos diretores Patricia Guimarães, Monica Almeida e Paulo de Barros foi atrás de outros jovens que tivessem "carisma", como resumem.É gente como a gaúcha Nicole, 20, que exibe sem constrangimento, no episódio "Beleza e Estética", os seus inúmeros cuidados com a beleza, aparecendo até em trajes íntimos.Ou o artista multimídia Chivitz, que repassa seus conhecimentos para o filho no capítulo "Pais e Filhos".Ou, ainda, Fernando, um paquerador carioca que, no segmento "Fidelidade", resume sua atividade no lema "Eu não tenho filtro".Tímidas no início, as pessoas se soltavam com os dias. "Optamos pelo menor dispositivo de filmagem possível. E o celular está presente no cotidiano de todos. Se entrássemos nas casas com uma equipe de quatro pessoas, ninguém ficaria à vontade", explica o produtor-executivo Luiz Noronha, um dos idealizadores do projeto.InterferênciasA Conspiração ressalta ter sido mínima a sua interferência nas gravações, mas ela existiu. Em primeiro lugar, ao verem que um jovem estava insistindo muito em um tema ou em um lugar, a equipe de diretores pedia diversificação.Após receberem o material bruto, eles fizeram entrevistas com todos, para costurar as imagens e enquadrar os personagens nos assuntos dos oito episódios. E depois, é claro, houve a edição."Estudei com Jean Rouch na França, trabalhei três anos com Eduardo Coutinho, mas agora é que estou descobrindo o que é cinema direto", exalta Patricia Guimarães.A música "Olho Mágico" foi composta por Gilberto Gil especialmente para a trilha do programa. Gil vinha estimulando Andrucha há bastante tempo a se aprofundar no cinema digital."Eu disse a ele: "melhor ainda. Você vai começar num estágio de aventura e risco até mais avançado do que eu imaginava'", diz o ministro da Cultura.

Música - eventos

Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007

Guaraná “sabor rock”
Enquanto a Coca-Cola investe em encontros consagrados (e inusitados) no Estúdio Coca-Cola, o Guaraná Antarctica aposta nas bandas independentes. Em parceria com a gravadora Som Livre, a empresa promove o concurso “Dá um Gás na sua Banda” que pretende escolher as 20 melhores bandas independentes de rock do Brasil. “Queremos valorizar os novos talentos da música e, por isso, resolvemos desenvolver uma ação que fizesse com que essas pessoas fossem reveladas”, diz Adrianne Elias, gerente de marketing de refrigerantes e não-alcóolicos da AmBev, fabricante do Guaraná. Para participar, as bandas devem se cadastrar no site www.gasfestival.com.br e enviar, em formato mp3, uma música própria (pop-rock) e um cover. Uma comissão julgadora ficará responsável por selecionar as 40 melhores bandas inscritas e que entre os dias 17 e 24 de agosto serão submetidas ao voto popular através do site do concurso.As 20 bandas mais votadas pelo público tocam no GAS Festival, evento promovido pelo Guaraná Antarctica no 1° de setembro na Chácara do Jockey, em São Paulo. A banda vencedora ganha um contrato com a Som Livre para o lançamento de um CD, com tiragem inicial de 10 mil cópias e também apoio na divulgação e orientação para a seleção do repertório e desenvolvimento da carreira. “O fato das bandas poderem se inscrever pela Internet democratiza o concurso e nos dá a oportunidade de analisar o cenário de new-rock pelo Brasil afora, já que temos bandas inscritas do Pará ao Rio Grande do Sul”, avalia Marcelo Toller, gerente artístico da gravadora Som Livre.

Blog - uma nova forma de Mídia?

Quinta-feira, 9 de Agosto de 2007

Blog da Intel
Em se tratando de ações de marketing digital, a filial brasileira da Intel está mostrando que não dorme no ponto. Lançou o divertido curta-metragem interativo (quem viu, gostou) e agora anuncia oficialmente o lançamento do seu blog corporativo. Batizado de Brasil Digital, o blog tem a participação de sete executivos de diferentes áreas da empresa que escrevem sobre tecnologias atuais e futuras, desafios e oportunidades de Tecnologia da Informação, inclusão digital, entre outros assuntos. “O blog será uma ferramenta de colaboração dos executivos da Intel”, diz Elber Mazaro, diretor de marketing da Intel. “Assim como os executivos, qualquer pessoa poderá opinar sobre os assuntos abordados”.Com o blog, a Intel pretende abrir mais um canal de interação e troca de informações especialmente com profissionais de TI, jornalistas, estudantes e entusiastas por tecnologia. E no Brasil Digital, o visitante encontra ainda os links para blogs de executivos da Intel de outros países.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

TV digital mudará maneira de medir ibope; telejornais podem perder pontos

13/08/2007 - 09h52

DIÓGENES MUNIZEditor-assistente de Ilustrada da Folha Online
A TV digital transformará a maneira de medir audiência televisiva. O próprio faturamento publicitário das atrações sofrerá mudanças. Projeções com públicos restritos já arriscam quem ganhará telespectadores (séries e novelas) e quem perderá (telejornais) por conta da digitalização dos canais.
O Ibope está desenvolvendo um aparelho para descobrir não apenas a emissora sintonizada, como faz hoje, mas também o conteúdo digital que está sendo consumido seja qual for a grade de programação. Isso porque a TV digital chega com a promessa de, assim como nos EUA, oferecer autoprogramação, na qual o usuário pode escolher a hora em que verá determinado programa.
Diógenes Muniz/Folha Online
DIB 6, desenvolvido pelo Ibope, vai poder medir audiência de programas gravados na TV digital
"A TV digital cria uma alternativa para o telespectador. Haverá, sim, aumentos e quedas de audiência. É natural que aconteça", diz Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia.
A audiência de TV aberta no Brasil é medida hoje pelo DIB 4, um aparelho que é instalado na residência dos espectadores para revelar os canais sintonizados.
"Esse instrumento identifica em qual canal você sintoniza. Já o novo aparelho, DIB 6, vai monitorar conteúdo --também de internet, celular e rádio. Ele pode identificar um programa em segundos, minutos ou horas depois de ter sido transmitido e atribuir audiência", explica Dora.
Segundo o Ibope, falta ainda definir como os novos dados serão apresentados. Os pontos tradicionais como vemos hoje devem continuar, mas acompanhados de um levantamento mais complexo. Por exemplo: terá de se apresentar, além da audiência do programa na hora da transmissão, seu ibope acumulado quando foi visto por gravação digital. O DIB 6 terá amostra piloto ainda neste ano, em São Paulo.
Autoprogramação
Segundo projeções, a opção de armazenar e escolher a que hora assistir determinado programa (autoprogramação) favorece a audiência de séries e novelas. Uma pesquisa divulgada pela SKY em junho último sobre o hábito dos usuários de DVR --gravador de vídeo digital-- revelou que 41% dos assinantes preferem assistir apenas ao que eles mesmos gravam. Ou seja, quase metade dos usuários não acompanha mais a TV "ao vivo", na ordem em que a programação é oferecida pelas emissoras.
De toda a grade, os programas menos gravados por quem já usa o DVR em TV por assinatura são os telejornais, segundo o mesmo estudo de comportamento. Apesar do estudo ser sobre um público isolado, segue-se a lógica de que, diferentemente de novelas e seriados, telejornais são produtos mais perecíveis, de data de validade mais curta.
O gravador de vídeo digital estará fora dos primeiros nos receptores da TV digital brasileira --os chamados "set top box", que devem custar pelo menos cerca de R$ 800. Técnicos dizem que eles chegariam num segundo lote, a médio prazo.
Michael Probst/AP

TV digital chega em dezembro deste ano a São Paulo; confira o especial da Folha Online
No entanto, a Net vai levar ao mercado em dezembro um produto que funcionará como receptor de TV digital e gravará programas. O DVR da Net chega aos assinantes em dezembro, na estréia da TV digital, também por cerca de R$ 800.
Comerciais
A autoprogramação ainda permitirá que, manualmente, o telespectador evite comerciais. De acordo com especialistas, os jornalísticos serão os produtos mais prejudicados caso o "corte" do intervalo pegue no Brasil.
Para se manterem rentáveis, os programas devem inserir ainda mais merchandising (introduções "sutis" de produtos na transmissão) durante a atração ou recorrer a patrocínios. Os telejornais, em tese, não podem incluir ofertas deste tipo em suas notícias, com perigo de perderem a suposta independência editorial.
Nelson Hoineff, cineasta e diretor do IETV (Instituto de Estudos de Televisão), lembra que alguns telejornais do século passado traziam a propaganda em seus nomes --caso do "Repórter Esso" e da primeira versão do "Jornal Nacional", da TV Rio, patrocinado pelo Banco Nacional.
"A idéia do 'break' é recente. As plataformas digitais, como a internet, apontam para o conteúdo sob demanda, fazendo com que a programação em grade seja severamente modificada a longo prazo. Esperamos que isso traga uma maneira diferente e específica de comercialização", diz Nelson. Para ele, no entanto, "não é razoável pensar em merchandising em telejornais".
"Esse recurso [de conteúdo sob demanda] é terrível. Querem acabar com o nosso negócio", rebate José Marcelo Amaral, diretor de tecnologia da Rede Record. Para ele, "a TV é feita para a população de massa ver o que está passando ao vivo".
Programa de notícias de maior audiência na TV brasileira, o Jornal Nacional atinge em média cerca de 6 milhões de pessoas na Grande SP a cada transmissão.
Proibição
Lucio Tavora/Folha Imagem

Ministro Hélio Costa diz que decisão sobre bloqueador na TV Digital não foi tomada
Pela proposta dos radiodifusores, a decisão de proibir ou não a gravação dos programas será da própria emissora de televisão.
Em alguns casos, a gravação será totalmente proibida e o sinal enviado pelas emissoras já estará bloqueado.
Para outros programas, a gravação será permitida, mas o sinal será bloqueado para regravação. Ou seja, o telespectador poderá gravar a novela, por exemplo, para ver em outro horário, mas não conseguirá repassar o arquivo para um CD, o que permitiria a reprodução e mesmo comercialização do programa.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

TV por assinatura - 4.960.828 assinantes

Os serviços de TV por assinatura são destinados à distribuição de sinais de vídeo e/ou áudio para assinantes. Eles são prestados em 4 modalidades de tecnologia/tipo de outorga.

Assinantes de TV por assinatura
Assinantes de TV por Assinatura (Fonte: Anatel)

Fonte: Anatel
2004 2005 2006 1T07 2T07
TV a Cabo 2.270.297 2.510.883 2.841.900 2.924.384 3.016.808
DTH 1.350.410 1.437.943 1.479.554 1.541.508 1.644.529
MMDS 230.434 27.561 257.916 271.575 291.919
TVA - - 3.755 5.766 7.572
Total 3.851.141 4.176.387 4.583.125 4.743.233 4.960.828
Densidade*
2,11
2,26
2,45
2,52
2,63
* Assinantes/100hab

Assinantes de TV por Assinatura (Fonte: ABTA/Seta)

Brasil é o quinto no mundo em leitores de blog, diz pesquisa

Por Nando Rodrigues, da PC WORLD*
04-08-2007
Imprima Comente Erros? del.icio.us Digg a a a
Pesquisa sobre Social Media realizada pela Intel mostra que dos 170 milhões de blogueiros do mundo, 5,9 milhões são brasileiros
Embora a penetração da internet no Brasil ainda fique aquém do desejado, os internautas brasileiros se destacam na rede. Uma pesquisa da agência McCann divulgada neste sábado (04/03) pela Intel, mostra que somos 5o maior grupo de leitores de blogs, com 10% mais leitores do que a média mundial.
Realizada entre o final do ano passado e o início de 2007 com 10 mil pessoas (que representam, proporcionalmente, 75% de um total de 532 milhões de usuários web), em 21 países, a pesquisa mostra que o número de internautas europeus ainda é mais do que o dobro do que o número de pessoas com acesso à web em dois dos países mais populosos da América Latina – Brasil e México. Juntas, estas nações contabilizam 30,9 milhões de internautas.Blogosfera e multimídia
No ranking dos países com o maior número de blogueiros, estimado em 170 milhões de internautas, o Brasil ocupa a terceira posição (5% acima da média mundial, em número absoluto sobre a população com acesso à web), com 5,9 milhões de usuários.
A disseminação de conteúdo multimídia também merece destaque. O País é o 4o no mundo em número de upload de fotos, com uma média de imagens carregadas (23% acima da média mundial).
O interesse dos usuários brasileiros por conteúdo multimídia merece destaque. o Brasil é o 3o país no mundo que mais assiste vídeos na web e o segundo que mais carrega conteúdo multimídia na internet. Ainda na área multimídia, os brasileiros são o 3o no ranking mundial em download de podcasts.
Redes sociaisNão surpreende o grande interesse dos brasileiros por novidades na web, constatados em fenômenos como o Orkut e o YouTube. A pesquisa confirmou que o Brasil, de fato, continua com o maior número de usuários de redes sociais, com o México na segunda posição.
Entretanto, quando o assunto é comunicadores instantâneos (IM), a situação se inverte, com o Brasil ocupando o segundo lugar.* Colaboraram Daniela Braun, editora do IDGNow! e Alexandre Scaglia, editor do COMPUTERWORLD

Nova geração de internautas diz adeus ao e-mail e à televisão

Atualizada em 05 de agosto de 2007 às 19h20

São Paulo - Ele tem paciência limitada, é multitarefa, é instantâneo e espera que tudo seja interativo. Conheça o novo consumidor da web.
Eles preferem o computador à TV, carregam celular no bolso e já decretaram a aposentadoria do e-mail e do telefone - gostam mesmo é de conversas instantâneas e interativas, seja pelos mensageiros eletrônicos, pelos torpedos SMS ou pelas redes sociais. Esse é o perfil da novíssima geração de internautas, as crianças que já nasceram e cresceram conectadas.“Trata-se de uma geração que tem paciência limitada, que é multitarefa, que é instantânea e espera que tudo seja interativo. Toda marca deverá ser capaz de responder a esse ambiente”, afirma o guru de branding e autor do best-seller BrandChild, Martin Lindstrom - um dos destaques internacionais do Digital Age 2.0, evento organizado pelo IDG Brasil, pelo IDG Now! e pela JumpEducation, que acontece de 09 a 10 de agosto, em São Paulo.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Mercado Publicitário na Am. Latina 2007

Latin American magazines like Caras (Argentina) and Veja (Brazil) are seeing ad growth. (Photos: Publicitas)

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Argentina sees the strongest advertising growth, but Mexico and Brazil also do well.
BY CHRONICLE STAFF
Latin American advertising revenues will grow by 6.4 percent this year to $21.3 billion. Next year, the market should grow another 6.9 percent to $22.8 billion, according to the latest forecast from London-based ad agency ZenithOptimedia.
That means Latin America remains among the fastest-growing advertising markets worldwide. This year, for example, Latin America's ad market will grow more than those of the United States (3.3 percent growth), Asia-Pacific (6.3 percent) and Western Europe (4.2 percent), according to the ZenithOptimedia forecast.
"Latin America is ... down slightly – owing to a softening of exports and domestic demand in Mexico – but is still growing at about twice its long-term average rate," ZenithOptimedia says.The Internet is also becoming an important advertising outlet in several countries. In Chile, it's now the fastest-growing ad channel, while it's the second-fastest ad outlet in Brazil, although the size in both countries...

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Metrô de São Paulo deve ter rede móvel até dezembro

20/7/2007 10:05:00
As operadoras de celular que atuam no estado de São Paulo pretendem se unir para dividir os custos de implantação de uma rede de telefonia móvel na infra-estrutura do metrô paulista. Desta forma, os cerca de 3 milhões de usuários dos trens subterrâneos poderão falar ao celular durante o trajeto a partir de dezembro deste ano. A Companhia do Metropolitano de São Paulo lançou um chamamento público no qual as interessadas em implantar a estrutura podem se inscrever até o dia 10 de agosto. As propostas serão abertas no dia 13 do mesmo mês, quando a documentação e habilitação de cada uma será avaliada pela equipe técnica do metrô.Segundo Sérgio Assenço, vice-presidente de regulamentação da Vivo, a principal exigência do processo é que a companhia tenha uma licença de Serviço Móvel Pessoal (SMP) da Anatel. "Assim, evita-se que um aventureito queira disputar o negócio", afirmou. Além disso, a companhia vai exigir uma remuneração mensal da operadora escolhida para explorar o serviço em nome da utilização da infra-estrutura do metrô.Como não há impedimento para a formação de consórcios, Assenço explica que as operadoras decidiram se unir para dividir os custos. Vivo, Claro e TIM já haviam concordado com a proposta e decidiram chamar também a Nextel e a Unicel - esta ainda em vias de dar início à implantação dos seus serviços, já que foi habilitada no último leilão realizado pela Anatel, no início deste ano.Ambas concordaram, segundo o executivo da Vivo e, por isso, agora as empresas trabalham na criação de um memorando de entendimento. Cada uma, entretanto, assinará um contrato em separado com a Companhia do Metropolitano e, por isso, cada uma pagará a mensalidade de cerca de 73 mil reais pelo uso da infra-estrutura.Os custos para a montagem da rede de telefonia móvel estão estimados entre 12 milhões e 15 milhões de dólares, de acordo com Assenço. Segundo ele, a Companhia do Metropolitano vai deixar uma "janela" de quatro a cinco horas nas madrugadas para as operadoras trabalharem. Por isso, ele acredita que não será possível concluir todo o processo este ano. "Todas as estações, no entanto, já estarão cobertas até essa data", explicou. Até o primeiro trimestre de 2008, ele espera concluir a rede em 100% dos túneis subterrâneos.Na avaliação de Assenço, com o modelo do consórcio entre as operadoras "será um bom negócio para todos os lados". Se cada uma tivesse de bancar sozinha a montagem de sua rede, "ficaria inviável", diz ele.Fonte: Computerworld

domingo, 15 de julho de 2007

TV Assinatura - recorde de crescimento em 2007

FSP, 15 de julho de 2007

Problemas da TV por assinatura, que deve crescer 15% neste ano, tendem a explodir com a venda casada de internet e telefonia; consumidor sofre com reprises e abusos
DANIEL CASTROCOLUNISTA DA FOLHA TEREZA NOVAES DA REPORTAGEM LOCAL
Impulsionada pela internet rápida, a TV paga deve crescer mais de 15% neste ano, recorde da década. Consequentemente, os defeitos do serviço também devem se espalhar como praga.As dores de cabeça provocadas pela TV paga vão desde o excesso de comerciais e reprises até a cobrança indevida de serviços e o mau atendimento prestado via telefone. A essa lista agora se adicionam os problemas gerados pela digitalização, pela venda de serviços de telefonia e banda larga e pela decisão do canal Fox de dublar toda a sua programação, antes legendada, e de aportuguesar títulos de seriados.Só no primeiro trimestre de 2007, segundo a PTS (empresa que monitora o setor) o número de assinantes de TV paga subiu 4,7% -o equivalente à projeção mais otimista de crescimento do conjunto da economia do país para todo o ano. No entanto, o total de reclamações contra a TV paga só no Procon de São Paulo aumentou 22% em relação ao mesmo período de 2006. Nos três primeiros meses deste ano, o Procon-SP recebeu 62 reclamações de TV paga, oito a mais do que durante todo o ano de 2004.Na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), órgão que estabeleceu e fiscaliza metas de qualidade para o setor, as denúncias saltaram de 491 em janeiro de 2006 para 1.800 em abril último, um crescimento assombroso de 267%.Há que se considerar ainda que grande parte das chateações da TV paga não chega aos órgãos de defesa do consumidor. E as mais graves vão diretamente para a Justiça.O que mais irrita o assinante é justamente o preço da TV paga, mostra uma pesquisa nacional feita no ano passado pelo Ibope, sob encomenda da PTS. Depois vêm a reprise de filmes, séries e programas, os intervalos comerciais e as constantes quedas de sinal das operadoras.Goela abaixoEsse tipo de reclamação não chega ao Procon. "O que mais tem gerado reclamações são os combos [pacotes com TV, internet e telefone]. Muita gente contrata telefone e televisão, mas no local não há condições técnicas para telefonia e o consumidor não consegue cancelar a contratação. Em outros casos, as pessoas contratam os três serviços, resolvem cancelar um deles e os preços voltam a ser integrais", afirma Marcia Christina Oliveira, técnica do Procon-SP.Para o advogado José Eduardo Tavolieri, presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB-SP, os combos são impostos "goela abaixo" do consumidor e caracterizam venda casada, o que é proibido."A única opção para o consumidor é aceitar ou não o serviço que está sendo ofertado e da forma como está sendo ofertado. Dificilmente, ele consegue contratar um serviço único, por causa dos pacotes, mediante preços "fantásticos". O consumidor não pode ser compelido, por causa de um produto, a levar outro, sob pena de não ter nenhum", diz Tavolieri.A técnica do Procon orienta o consumidor a ler atentamente o contrato antes de autorizar a instalação. "O contrato tem de ser bilateral, mas a grande maioria não é", diz. Outro abuso cometido pelas empresas, segundo ela, é a cobrança de taxa por boleto bancário.A partir da leitura de contrato, por exemplo, o consumidor pode descobrir que seu serviço de banda larga às vezes fica estreito porque há um limite de downloads e uploads. Um grupo de internautas, entretanto, acredita que a Net reduz a velocidade de sua banda larga quando detecta que o usuário faz download de músicas e de séries, o que pode prejudicar a TV paga. Há até um vídeo no YouTube protestando. A Net nega.Na Anatel, a explosão de reclamações foi causada pela digitalização da Net. A operadora deixou de fora de seu line-up digital, que tem qualidade superior de imagem e som, os canais obrigatórios, como TV Senado e TVs comunitárias.

terça-feira, 10 de julho de 2007

IBOPE Mídia divulga Pesquisa Nacional de Telecomunicações

10/7/2007 09:32:00
O IBOPE Mídia , empresa do Grupo IBOPE, realizou um estudo inédito sobre o cenário atual das telecomunicações no Brasil. Foram ouvidas 8.000 pessoas acima de 16 anos, em todas as regiões do País, entre novembro e dezembro de 2006. O resultado obtido foi dividido em três categorias de produto: televisão, internet e telefonia.

1 - Televisãoa) Parabólica Praticamente em todos os domicílios existe ao menos um aparelho de TV, sendo que em mais de um terço deles, há dois ou mais televisores. Para 63% das pessoas, a maior variedade/diversidade de canais e programas, além da imagem e do som, são fatores importantes para motivar a compra de uma antena parabólica para o domicílio.Embora a antena parabólica seja muito utilizada nas cidades pela classe C e também esteja presente em grandes concentrações nas zonas rurais, a antena interna ainda é a mais utilizada pela população. b) TV por assinaturaPraticamente dois terços das residências da classe A possui TV por assinatura, principalmente na região Sudeste e nas capitais do Brasil, e 71% de quem utiliza este tipo de serviço pretende permanecer com a mesma operadora e o mesmo pacote.

2 - InternetMais de 70% das pessoas da classe A acessam internet em seus domicílios. Independente da classe socio-econômica, mais de um terço das pessoas que acessam a internet de seus domicílios não o fazem de nenhum outro lugar. Dentre os internautas que afirmaram não ter acesso à banda larga, 42% pretendem adquirir o serviço nos próximos seis meses.

3 - Telefoniaa) FixaMais de 80% dos proprietários de telefones fixos realizam ligações interurbanas e um quarto dos domicílios da classe A têm ao menos duas linhas desse tipo de telefone. b) Móvel (Celular)Cerca de 25% dos usurários de telefone celular trocam de aparelho no mínimo uma vez ao ano e 10% gostariam de mudar de operadora imediatamente. Um dado interessante detectado pelo estudo é que, apesar das operadoras de telefonia móvel sempre ocuparem o topo do ranking de reclamações de consumidor, a maior parte do público pesquisado afirma não querer trocar de operadora.Independente de classe social, um quarto dos domicílios brasileiros têm pelo menos duas linhas de telefone móvel, sendo que o sistema pré-pago é o mais comum entre os jovens. Dentre os recursos disponíveis no aparelho celular, o mais utilizado é o de envio e recebimento de mensagens de texto ( SMS).

terça-feira, 3 de julho de 2007

Comportamento Infantil

CN faz pesquisa sobre comportamento infantil - 29/6/2007

Pesquisa KIDS EXPERTS faz levantamento sobre diversos aspectos do universo infantil, como hábitos de consumo, uso de novas tecnologias, preferências e expectativas sobre o futuro

O Cartoon Network, líder de audiência entre os canais de TV por assinatura no Brasil, acaba de anunciar os resultados da pesquisa KIDS EXPERTS, iniciativa que busca aprofundar o conhecimento sobre hábitos e comportamento infantil, assim como sobre a percepção que elas têm de si mesmas e do mundo. O levantamento engloba dados referentes a interesses e preferências de entrevistados de todo o País. Os temas avaliados foram "ser criança", "amigos", "consumo", "mundo" e "tecnologia".

Tendo como objetivo uma melhor compreensão sobre o comportamento das crianças no ato de compra, suas aspirações e valores, o estudo usou como metodologia técnicas como entrevistas em profundidade com crianças, mães e professoras; observações dos momentos de compra com meninos e meninas de 6 e 7 anos e 10 e 11 anos, relacionadas a três temas distintos: brinquedos, roupas e tecnologia - às crianças, era dada a tarefa de comprar um presente para uma outra criança amiga/o do moderador até R$200, sendo que elas escolhiam o shopping e lojas que queriam visitar; exercícios qualitativos como desenhos; e entrevistas online aplicadas por meio do site www.cartoonnetwork.com.br.

O tema "ser criança" teve como objetivo avaliar o significado da infância para pais, professores e crianças de diferentes faixas etárias. Ao serem questionados sobre qual é o melhor aspecto de ser criança, a maioria dos meninos, 28%, entre 7 e 15 anos respondeu que é poder brincar com brinquedos e jogos, enquanto para a maioria das meninas na mesma faixa etária, 22%, é poder brincar com os amigos.¹ Já o pior aspecto em ser criança é, para os meninos, levar bronca dos pais e fazer lição de casa, segundo 38% dos entrevistados. As meninas responderam à mesma pergunta dizendo que o pior de ser criança é não poder ir onde querem, resposta de 44% das entrevistadas.²

O estudo sobre "amigos" enfocou a percepção que as crianças têm delas mesmas e de seu círculo de amizades. Uma das questões focava no aspecto que as crianças mais valorizam em uma amizade. Meninos e meninas responderam igualmente que é poder confiar os seus segredos, 33% dos garotos e 45% das garotas³. Sobre o que mais conversam? Os meninos falam de videogames, 49% das respostas e as meninas conversam sobre outros meninos e meninas, 34% do total.4

Foi feito também um levantamento sobre a relação das crianças com o "consumo". A pesquisa propôs uma observação etnográfica dos momentos de compra com meninos e meninas de 6 e 7 anos e 10 e 11 anos, relacionando três tipos diferentes de itens: brinquedos, roupas e tecnologia. Seguem alguns resultados interessantes:

[1]
meninos dispersam mais, escolhem inicialmente o dobro dos itens que as meninas, mas em tecnologia a dificuldade para escolher algum item foi igual para ambos os sexos. Dentro do shopping center as meninas vão direto ao que querem, escolhendo a loja por impulso. Os meninos são mais dispersivos e olham toda a loja antes de decidir.

E o que elas pensam do mundo atual? A fim de mapear o que as crianças pensam do "mundo" e quais são suas expectativas, o estudo trouxe resultados curiosos. Por exemplo, questões sociais como drogas, pobreza, violência, guerras e problemas ecológicos como aquecimento global e desmatamento já inquietam as crianças, tendo sido os assuntos mais citados como suas maiores preocupações. Quando se trata de sua vida particular, o que mais as preocupa é a responsabilidade com os estudos e em tirar boas notas, se dar bem com seus amigos e que seus pais não fiquem desempregados. Sobre suas aspirações, a profissão de sonho da maioria dos garotos é ser jogador de futebol, 21%. As meninas sonham em se tornar veterinárias, 17% do total de respostas desse grupo.5

O KIDS EXPERTS revelou um grande interesse das crianças por "tecnologia". O estudo mostra que MP4 e MP3 players e IPod são os principais objetos de desejo de meninos e meninas, com 36% e 49%, respectivamente.6 A pesquisa revela também outros dados comportamentais das crianças em relação à tecnologia ao propor a compra de aparelhos eletrônicos na tarefa de observação etnográfica dos hábitos de consumo.

[1] Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) Qual é a melhor coisa de ser criança?
² Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) Qual é a pior coisa de ser criança?
3 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) Qual a coisa mais importante de ter um melhor amigo ou amiga?
4 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) De que assuntos você mais fala com seus amigos?
5 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) O que você quer ser quando crescer?
6 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 (1.066) / Meninos (567) / Meninas (499) Pensando no Dia das Crianças, que presente você gostaria de receber nesse dia?

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Nickelodeon promove festa "Meus Prêmios Nick"

Nickelodeon promove festa "Meus Prêmios Nick" 26/6/2007 16:01:00
Está chegando a 8ª edição do Meus Prêmios Nick, festa na qual as crianças elegem seus favoritos em várias categorias, como música, televisão e esportes. "A Nick comemora dez anos de vida no Brasil e nada mais natural que o tema do Meus Prêmios Nick seja toda a riqueza oferecida pelo universo do canal, como personagens, desenhos, séries e cores", diz Jimmy Leroy, Vice-presidente de Criação da Nickelodeon América Latina.. Meus Prêmios Nick acontece em três capitais brasileiras: Porto Alegre (15/09), Rio de Janeiro (23/09) e São Paulo (30/09). expectativa é receber cerca de 15 mil pessoas ao fim dos três eventos. A agência Samba Comunicação é a encarregada da execução do evento. Cada etapa contará com até quinze atividades com temas dos personagens e programas do canal. A criançada também poderá curtir o espaço de cinema, videogame e jogos pelo computador, através do Nickturbo, site com conteúdo em banda larga no qual as crianças poderão brincar e assistir episódios e séries completas de seus programas prediletos. O palco do evento será como um grande brinquedo, tendo suas atividades inspiradas no Nickers, novo programa nacional da Nick exibido diariamente.

Cartoon em ação

Mídia em Foco veicula para Cartoon Network no Playcenter 26/6/2007 17:47:00
A Mídia em Foco, especializada em mídia indoor e ações promocionais, executa uma nova ação no Playcenter, desta vez para divulgar o canal Cartoon Network da Turner. A ação consiste na veiculação de seis painéis espalhados pelo parque com informações de um evento do canal que ocorrerá no dia 30 de Junho no parque Villa-Lobos. A veiculação ocorre de 23/06 a 29/06. Mais de 40.000 crianças serão impactadas.

terça-feira, 26 de junho de 2007

Terra cobre Copa América

O Terra fará a cobertura completa da Copa América, que começa nesta terça-feira, 26 de junho, na Venezuela. No endereço http://esportes.terra.com.br/futebol/copaamerica2007, os internautas poderão assistir em tempo real todos os jogos com vídeos exclusivos, fotos, estatísticas e as últimas notícias. Após as partidas, os melhores lances estarão disponíveis on-demand. A competição poderá ser acompanhada nos 18 países em que o portal está presente. Os torcedores brasileiros já acompanham desde a última quinta-feira todos os passos da seleção na competição, com entrevistas e vídeos exclusivos produzidos por um time de enviados especiais como o jornalista Bob Fernandes. Diariamente, o programa Copa América 2007 TV, transmitido ao vivo para toda a América Latina, trará as últimas notícias do torneio. O endereço eletrônico ainda conta com tabelas, artilharia, regulamento, tudo sobre os países participantes, resultados das competições anteriores, fotos dos estádios que sediarão os jogos e um guia do torcedor, com dicas e curiosidades. O internauta também poderá receber vídeos e resultados por celular. O Terra é o portal da competição e hospeda o site oficial em http://copaamericavenezuela2007.terra.com.br/.

Esporte - promoção

A WEBTraffic, empresa de tecnologia de marketing on-line, mostra que o futebol também é uma de suas paixões ao realizar o “Bolão de prêmios do Campeonato Brasileiro 2007”. A campanha é um sucesso e, em apenas seis semanas, registrou a participação de 28 mil pessoas. O bolão, que está em sua segunda edição, este ano é uma promoção da NetShoes e Adidas. Os participantes podem acumular o maior número de pontos de duas maneiras: acertando os resultados das rodadas ou ao indicar o maior número de pessoas para participarem da promoção, através da opção “Escale seu time”. A ação se estende até dezembro quando acaba o Campeonato Brasileiro. A estimativa é que haja mais de 500 mil participantes até o final do bolão. As premiações estão divididas nas categorias: turno, mês, rodada e indicação. O primeiro colocado na promoção ganha uma viagem para a Europa para assistir um jogo da Champions League. Para mais informações acesse www.bolaodepremios.com.br.

8ª edição de 'Meus Prêmios Nick' acontecerá em setembro

8ª edição de 'Meus Prêmios Nick' acontecerá em setembro
Premiação para público infantil tem patrocínio de Sucrilhos Kellogg´s, Trakinas, Chamyto, Baton e Funny
26/06 - 12:32
Acontece no mês de setembro a 8ª edição do ’Meus Prêmios Nick’, premiação em que as crianças elegem os seus favoritos em 14 categorias como música, esporte e televisão. O festival acontece em três capitais brasileiras, em setembro: Porto Alegre, dia 15; Rio de Janeiro, dia 23 e em São Paulo no dia 30, sempre com execução da Samba Comunicação. As etapas terão atividades para as crianças, com os temas dos personagens do canal, além de espaço de cinema, videogame e jogos pelo computador. A expectativa é receber cerca de 15 mil pessoas somando-se os três eventos. A votação terá início no site do canal a partir do dia 03 de julho. A cobertura da premiação será exibida em outubro durante o programa Nickers. As cotas de patrocínio foram adquiridas por Sucrilhos Kellogg’s, Trakinas, Chamyto, Baton e Funny no início deste ano. A campanha de divulgação é composta por spots e teasers, pedindo para que as crianças escolham seus preferidos.

Novo Blogueiro do Globoesporte

Daniel Perrone estréia no GloboEsporte.com 25/6/2007 11:08:00
Daniel Perrone, sócio-diretor da agência de publicidade digital Diretta Web é o mais novo blogueiro e colunista do site GloboEsporte.com. Convidado pela Globo.com, junto com outros publicitários, para ser representante de seu time no site de esportes da emissora, ele aceitou o desafio e coloca o time em campo defendendo o tricolor paulista. Daniel, um São Paulino fanático, vai levar até os torcedores as últimas notícias, curiosidades e críticas, com a bagagem de quem já é colaborador de um dos maiores sites de torcida do Brasil, a SPNet, onde chega a ser considerado pelos internautas um "porta-voz" da torcida na web, tamanho seu engajamento e constante participação.

Promoção Esporte - Globosat

Globosat lança promoção 26/6/2007 10:36:00
O Premiere Futebol Clube, da Globosat, vai lançar, no dia 9 de julho, a promoção Torcedor em Foco. Ela vai presentear os assinantes participantes com instantes de fama na programação do canal. Para tanto, eles deverão enviar fotos que representem a sua relação com o futebol. As melhores imagens entrarão nos intervalos dos jogos e da programação do Premiere. Antes do lançamento oficial, o canal vai aquecer a torcida na Globosat, oferecendo a promoção exclusivamente para os funcionários da empresa, a partir de hoje, 25 de junho. Os 100 primeiros que enviarem fotos pela intranet ganharão canecas de chope do Premiere. Para concorrer, as imagens devem se enquadrar em uma das seguintes categorias: eu e meu time; família e amigos; dia de jogo ou treino; e viagem. Junto com a foto, o participante deve mandar um comentário sobre aquele momento ali registrado. As fotos dos profissionais Globosat serão utilizadas no primeiro comercial da promoção, a ser veiculado no Premiere Futebol Clube.A promoção interna começa hoje.

Brasil é bicampeão no Pan de jogos eletrônicos

Os brasileiros são mesmo ficcionados pela tecnologia, se colocando como bi campeão em competição entre 10 países de video game.
25/6/2007 17:58:00
A delegação brasileira de cyberatletas conquista pelo segundo ano consecutivo o título de campeã da etapa Pan-Americana do World Cyber Games (WCG), campeonato de jogos eletrônicos patrocinado mundialmente pela Samsung. A disputa, que reuniu os melhores jogadores da América, foi realizada de 22 a 24 de junho em Cancun (México). Neste ano o Brasil conquistou cinco medalhas em quatro categorias de games: Age of Empires: The WarChiefs, FIFA 07, Half-Life: Counter-Strike e WarCraft III: The Frozen Throne. Das medalhas trazidas pela delegação, quatro são de ouro e uma de bronze. O Pan-Americano 2007 do WCG contou com a participação de 10 países - Brasil, Canadá, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Guatemala, México, Panamá, Peru e Venezuela - representados pelos 50 melhores gamers do continente.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

IAB Brasil lança Indicadores do Mercado de Internet

22/6/2007 16:25:00
Com o objetivo de servir como referência no que diz respeito aos dados sobre o mercado brasileiro de Internet , o IAB Brasil, através do Comitê de Marketing, dirigido por Lílian Viana, acaba de lançar a primeira edição dos "Indicadores de Mercado". O documento, que está disponível no site da entidade (www.iabbrasil.org.br), traz informações sobre a evolução do número de usuários entre 2002 e 2007, que registra atualmente um total de 33 milhões de internautas, com projeção para chegar a 37 milhões até o final deste ano, segundo análise do IAB.Além do número de usuários, o relatório traz a quantidade de visitantes únicos residenciais e seu crescimento mensal; o tempo médio de navegação; informações sobre o crescimento anual do número de conexões em banda larga no país, além dos dados de participação do meio nos investimentos publicitários.Com informações disponibilizadas pelo IBOPE/NetRatings, IDC e Projeto Inter-Meios, o IAB também realiza projeções sobre cada um dos dados apresentados, de acordo com análises feitas por representantes do mercado que atuam nos comitês de trabalho da associação.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Pepsi utilizando-se das Arenas...

Pepsi reformula comunicação com filmes e Web 15/6/2007 11:28:00
A Pepsi anuncia uma nova forma de se relacionar com o consumidor. A marca passa a se comunicar com os jovens por meio de diversos temas relevantes para esse público. No Brasil, são seis: música, viagem, festivais, emoticons, fotos e downloads. Os temas estão refletidos em todas as atividades da marca, inclusive com peças de divulgação. Ao todo, serão sete filmes, quatro internacionais e três nacionais, criados pela AlmapBBDO, que vão destacar o novo conceito. A assinatura deixa de ser "Arrisque mais. Viva mais" e passa a ter várias versões refletindo a diversidade da nova comunicação. No caso do tema Foto, por exemplo, a assinatura é "Sorrir, Viver, Mostrar, Inventar, Conhecer, Fotografar, Muito". Já em Download: "Enviar, Baixar, Divertir, Navegar, Interagir, Personalizar, Muito".Uma das grandes novidades deste novo conceito é a forma de utilizar a internet como principal ferramenta de comunicação. É a primeira vez na história da marca no Brasil que ela terá seis sites diferentes, cada um relacionado a um dos temas, onde o consumidor vai poder participar de forma interativa. Cada embalagem divulga seu respectivo site, que foi criado pela AlmapBBDO. Nos endereços, o internauta encontra conteúdo diferenciado, conforme assunto escolhido. No site www.pepsi.com.br/musica, por exemplo, o consumidor participa do Air Guitar. Na página, o internauta pode fazer um solo "imaginário" de guitarra, bateria ou baixo. Para isso, ele só tem que ligar a webcam e começar a se movimentar para a música tocar. Outro exemplo é o site www.pepsi.com.br/emoticon, que disponibiliza uma ferramenta que cria emoticons personalizados. O terceiro site é o www.pepsi.com.br/foto, onde o usuário pode editar fotos com balões de texto e criar adereços para enfeitar a imagem.Além disso, a marca também disponibiliza um conteúdo exclusivo para ser baixado via celular por meio da tecnologia WAP.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Reflexões sobre marcas que não usam publicidade para crescer

Grandes marcas escapam da publicidade tradicional 13/6/2007 10:32:00
De fato a propaganda, em geral, é considerada como agregadora de valores para uma marca. Há inclusive usuais chavões que ilustram a fundamentalidade do espírito e emitem o alerta de que a "propaganda é a alma do negócio". Porém, apesar de difundida em larga escala entre os mercados, essa tese é passível de controvérsias ou adaptações. Cases como Google, Starbucks e Playboy confirmam esta idéia. Embora sejam marcas atuantes em diversos segmentos, e enfrentarem forte concorrência, elas permanecem entre as maiores empresas do mundo. O fato comum entre elas é a ausência da propaganda como valor pioneiro de seu império.A marca Google, especializada em serviços de Internet , mostra o panorama de que o cenário está em mutação. Oficialmente disponível em 1998, em menos de 10 anos, a marca foi orçada em 66,3 bilhões de dólares e anunciada como a mais valiosa do mundo (veja a matéria). O fortalecimento se deu em cumplicidade com o próprio desenvolvimento da Web . Não houve, portanto, gastos extraordinários como forma de divulgação do produto. A própria funcionalidade foi a ferramenta chave para alcançar o sucesso. Entretanto, empresas que desembolsam milhões em publicidade para se manter na mídia , como Coca-Cola e McDonalds, apareceram abaixo na lista das 100 melhores. Segundo levantamento do Ibope Mídia, a Coca-Cola foi relacionada como um dos 25 maiores anunciantes do mercado brasileiro em 2006. A consultoria Millward Brown, responsável pelo estudo, atribuiu sucesso do Google também ao aumento de investimentos na área de serviços convergentes tecnologicamente. Em relação à mesma pesquisa datada do ano passado, o salto da empresa foi de 77% no ranking. O bom relacionamentoRecentemente inaugurada no Brasil, especificamente na cidade de São Paulo, a rede de cafeterias Starbucks ostenta a liderança mundial no segmento. Lá, encontram-se variados tipos de cafés. A empresa conseguiu transformar o ato corriqueiro de tomar café num hábito social, ao estilo de um ponto de encontro. Suas estratégias de marketing, porém, nunca incluíram a propaganda clássica como forma de divulgação. De acordo com o atual proprietário da rede, Howard Shultz, os valores da empresa se baseiam essencialmente no aperfeiçoamento das relações entre funcionários e clientes como trunfo do negócio . O faturamento no último ano fiscal foi de 7,8 bilhões de dólares. Atualmente, a Starbucks figura entre uma das 100 melhores empresas para se trabalhar no mundo, de acordo com estudo promovido pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).Crescer sem a TVO caso da Playboy é ligeiramente diferente. Criada em 1953 por Hugh Hefner, a edição chegou ao mercado brasileiro há 32 anos. De lá para cá, foram décadas de fortalecimento no segmento editorial voltado para o público masculino. A construção desse relacionamento se deu por meio de ações de marketing diferenciadas. Tanto que o primeiro comercial da marca em TV aberta aconteceu apenas no ano passado, em edição comemorativa de aniversário.Segundo a gerente de Publicação da Playboy, Cinthia Obrecht, "anunciar em TV não faz parte da estratégia da marca". Apesar de poder alcançar milhões de espectadores pelo meio audiovisual, um conjunto de ações como eventos, materiais de ponto-de-venda como totens nas bancas de jornais, e mídias alternativas é que compõe a estratégia de comunicação. Entre as principais idéias estão o marketing viral e promocional como divulgação de conteúdos referentes. De acordo com Cinthia, festas promovidas pela Playboy, vídeos dos ensaios divulgados, comunidades em sites de relacionamento, aproximam o leitor do ambiente proposto pela publicação. "A idéia é sempre transformar uma marca em algo palpável e não distante do consumidor".Marcelo Gripa - Adnews

O Investimento publicitário está indo para outros ferramentas de comunicação - outros formas de contato com a marca também nos EUA

Where's the Money Moving? Out of Media
Ad Dollars Drop, but That Doesn't Mean Marketers Have Stopped Spending
By Bradley Johnson Published: June 11, 2007 CHICAGO (AdAge.com) -- U.S. ad spending -- at least the measured kind -- fell 0.3% in the January-to-March period, the first down quarter since the ad recovery began in 2002. But a drop in reported ad spending does not mean a drop in marketing spending. That's because what marketers need isn't just measured media; it's measurable results.
Omnicom President-CEO John Wren said his firm's emphasis on marketing services has given it an edge over rivals recently. Budgets are gravitating from old-line measured media to an array of marketing-services -- digital, direct, customer relationship management -- that offers better tools to quantify results. Marketing services includes some media offerings, such as online ads. But much of marketing services doesn't fit in the box of an ad to be sold. For companies in the business of selling media space and time, a shift to non-media forms of marketing poses a fundamental challenge. Marketing services win outMarketing-services disciplines often fly under the radar, unmeasured by ad trackers such as TNS Media Intelligence, which put out the first-quarter data. But the shift is clear: In 2005, U.S. agencies generated more revenue from marketing services than from traditional advertising and media, according to Ad Age's DataCenter. The trend has continued. In the first quarter, the top three agency holding companies -- Omnicom Group, WPP Group and Interpublic Group of Cos. -- collectively generated 53% of worldwide revenue from marketing services. Omnicom last quarter generated even more revenue -- 57% -- from marketing services, and President-CEO John Wren said those disciplines have helped the firm outperform its rivals. "We are much larger in the marketing-services area relative to any of our leading competitors," he told analysts in April. "You know, I definitely think that's been a significant advantage for Omnicom over probably forever, but definitely for the last five or six years, and maybe even accelerated over the past couple of years." To be sure, the economy is soft -- first-quarter GDP rose at an annual clip of 0.6%, worst since 2002 -- and ex-Fed chief Alan Greenspan sees a one-in-three chance of recession this year. Advertising can be a leading indicator: Measured spending began to fall three months before the official start of the 2001 recession, and it didn't begin a sustained rebound until six months after the downturn ended. But the agency business, boosted by digital work, is growing: U.S. agency employment in April hit its highest point since the 2001 recession. In contrast, traditional media companies have slashed 40,500 jobs -- 4.6% of workers -- since the measured-ad-spending recovery took hold in 2002. Good for the webAs traditional media disciplines struggle to adapt, internet media are gaining share. The internet's share of measured spending rose to 8.1% in the first quarter from 5.4% five years ago, according to TNS data. Even when they lose share, disciplines still can grow revenue. Consider the advent of TV: Every other consumer medium lost share from 1950 to 1960, yet every medium still managed to gain revenue during that booming decade. Even radio, most threatened by TV, managed a small gain. And by one measure, first-quarter measured media spending actually rose a little: Jon Swallen, senior VP-director of research at TNS, said the 0.3% drop becomes a 2.2% gain if you factor out Olympics advertising that boosted year-ago figures.

terça-feira, 12 de junho de 2007

As agências estão acordando?

Tecnologia faz LewLara reestruturar mídia 12/6/2007 09:39:00
A LewLara passa por um momento de reestruturação de sua área de mídia, comandada por Otávio Luiz Martins. "O nosso foco será as novas tecnologias que surgem no mercado, como o celular e a internet, e novas formas de se comunicar com o consumidor", afirma o diretor nacional de mídia da agência. Entre as novidades está um núcleo voltado exclusivamente para o uso do merchandising como ferramenta de comunicação. "O merchandising evoluiu muito nos últimos anos e hoje está inserido no contexto do programa, sem agredir o consumidor", comenta Martins.Sem dúvida as aparições de marcas e produtos em programas e também em novelas estão bem diferentes. Um exemplo é a Natura, que estará presente no novela "Paraíso Tropical", que vai ao ar pela Rede Globo, mostrando o quanto tornar-se uma consultora da marca pode ser importante na auto-estima e na própria vida de uma mulher. "Não existe mais aquela coisa de o produto ou a marca aparecer simplesmente, sem nenhum contexto", explica Martins. Uma prova que esse tipo de ação tem dado bons resultados para o cliente é o aumento significativo de projetos realizados pela agência nos últimos anos. Em 2005 foram 153; 2006, 216; e para este ano já estão aprovadas 372 inserções com marcas como Natura, farinha Dona Benta, sabão em pó Minuano, Pernambucanas, refrigerantes Schincariol, TIM, margarina Delícia e Swift. Na verdade, esse tipo de ação não tem como ser mensurada, a opção fica para as pesquisas realizadas com os consumidores. "Uma outra forma de se saber se a ação tem dado resultado são as vendas", completa Martins. O executivo dá dicas para o sucesso da ação. "É preciso escolher adequadamente o programa e definir corretamente como será o desenrolar da ação. É preciso garantir a visibilidade do produto, mas tomar cuidado para não poluir o programa com muita informação".A LewLara possui 32 clientes em seu portfólio e o objetivo para 2007 é crescer mais que o mercado, que vem tendo um incremento de 8% a 10% ao ano. "O departamento de merchandising tem como meta encontrar e criar novas oportunidades dentro dos programas que estão na mídia hoje", explica Martins. "Mesmo com o sucesso desse tipo de ação, não existe a possibilidade de migração de mídias, porque em algumas casos, o merchandising não é o ideal para aquela campanha ou para aquele cliente", comenta o executivo.As mudanças na agência inclui também a aposta em novas mídias como a internet e o celular. "Um conceito muito importante que a LewLara está implementando na agência é o fato de a internet não ser mais apresentada para o cliente como um plano diferenciado de comunicação", afirma o responsável pela área de planejamento e operação de internet na agência, Igor Puga."A internet já não é mais um meio desconhecido, ela deve ser tratada como um meio comum e não diferenciado", completa o executivo. Segundo Puga, esse tipo de atitude da agência em relação à internet é um avanço na publicidade brasileira. "Houve um rompimento nas barreiras. Com isso o cliente fica mais seguro e mais gente começa a trabalhar com o meio e descobre que ele não é tão difícil de se conhecer assim", continua Puga. Ele conta que a expectativa da LewLara é ter um aumento de 120% no faturamento de internet devido, principalmente, às mudanças dos processos internos.Uma pesquisa realizada pela Marplan mostra que a internet está cada vez mais presente no dia-a-dia das pessoas. Após consultar donas de casa, das classes ABC com mais de 25 anos, o instituto concluiu que 41% das mulheres ficam pelo menos uma hora por dia conectadas à rede.O profissional explica que o celular é hoje o que a internet foi há alguns anos. "Eles são meios bem diferentes, enquanto que com a internet existe uma busca de conteúdo, no celular o conteúdo tem sido agregado ao meio de comunicação. Por isso eles não devem ser trabalhados da mesma forma", comenta Puga. Para ele, as ações voltadas para o celular ainda vão passar por um processo de amadurecimento, mas hoje se mostram mais eficazes quando utilizam a interatividade, como o SMS. "A atitude de participar daquela ação é do consumidor, é ele que escolhe interagir com a ação", diz Puga. Ele lembra que no caso do celular há regras específicas que defendem o consumidor que não deseja receber informações em seu aparelho.Fonte: Gazeta Mercantil

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Mídias Digitais

Brasil tem 8,9 milhões de computadores em residências 6/6/2007 16:13:00
O número de computadores cresce de ano em ano no Brasil. De acordo com pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 06/05, pelo Ibope, no primeiro trimestre de 2006 havia 7,9 milhões de residências com computador. Este ano, a contagem já alcançou a marca de 8,9 milhões. Atualmente, cerca de 33 milhões de pessoas se conectam a rede mundial. O estudo mostrou ainda que o brasileiro é o internauta que mais fica conectado à Web em casa, com cerca de 21 horas por mês. Tal índice os coloca à frente de americanos e japoneses, por exemplo. Em entrevista ao noticiário Jornal Hoje, da Rede Globo, o responsável pela pesquisa disse que o crescimento nos gráficos de acesso estimula a economia e desperta investimentos no setor, além de promover a inclusão digital. Graças às aplicações financeiras, os preços do mercado de informática têm seduzido cada vez mais consumidores. A previsão da indústria de eletro-eletrônicos é vender 10 milhões de computadores pessoais em 2007, 20% a mais do que em 2006.