segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Games

In-game advertising predicted to reach $US850 million by 2011
The worldwide market for advertising integrated in video games connected to the Internet will rocket from $US80 million in 2007 to $US852 million in 2011, according to ABI Research.As gamers connect consoles to the Internet for online gaming and commerce, publishers and their console partners increasingly will look to reach them through advertising, ABI notes. "In many ways, console vendors and game publishers view gaming services as an ever-more attractive 'channel' to reach an active demographic," says ABI Research Director Michael Wolf. "In the past, static advertising meant that publishers and their ad partners could not create real-time marketing messages. With the incorporation of ad clients directly into game engines — and through connections to ad servers — advertisers will be able to deliver advertising that reaches audiences in-game and through the walled garden game network."ABI Research sees in-game advertising as just one of the new revenue streams that will benefit from the conversion of console gaming into connected gaming. Online downloading of entertainment content such as movies and TV shows will grow as Sony and Microsoft nurture their respective video offerings, it says. All three major console vendors will experience strong growth in casual game download revenues. ABI Research forecasts the casual and classic game download market for gaming consoles to grow tenfold from $93 million in 2007 to $1.1 billion by 2011. "At present, all three game console vendors are investing heavily in online gaming and commerce infrastructure," says Wolf. "While these investments are not profitable today, we expect mounting acceptance of the online channel as one of the primary mediums to get new content on the console, causing online gaming to become a significant contributor to revenues for all three vendors within three to four years."

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Walter Longo analisa inovações da era digital

Walter Longo analisa inovações da era digital
Vice-presidente da Y&R ressalta importância da visão do cenário atual do marketing para obter sucesso nos próximos anos
Fábio Suzuki, de Curtiiba
16/08 - 16:57
As constantes mudanças movidas pela revolução digital aumentam a importância da avaliação futura do mercado para que as companhias aproveitem da melhor forma as possibilidades de serviços oferecidas pelas novas tecnologias. Essa necessidade de antecipar os serviços utilizados nos próximos anos (ou meses) foi abordada pelo publicitário Walter Longo, vice-presidente da Y&R, em sua palestra nesta quinta-feira, 16, durante o III Fórum de Marketing de Curitiba. Segundo ele, o sucesso das companhias daqui pra frente está diretamente ligado às inovações proporcionadas aos consumidores. “Não percebemos a dimensão e rapidez das mudanças que ocorrem hoje, e só os mais adaptados é que terão um futuro promissor. A capacidade de visão irá separar os vitoriosos dos perdedores”, avalia. Segundo Longo, a era digital possibilitou expandir e qualificar a comunicação ao mesmo tempo – “algo impensável há poucos anos atrás” – e citou os Advergames e a Outernet como mídias que estão atraindo cada vez mais investimentos dos anunciantes.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Media Trends

Media Trends
Em sua palestra no II Fórum Internacional de Mídia, Fernanda Ramos, Gerente de Planejamento Estratégico da Giovanni+DraftFCB, citou dez tendências que aplicadas ao plano de mídia, gera uma experiência imersiva entre os interlocutores - marca e consumidor.
Gostaria de destacar cinco tendências:
1. Co-criação:
Consumidor passa a fazer parte do processo de criação da marca, do produto, da embalagem;
2. Inspirience:
Valorização da casa, que reflete a personalidade do dono;
3. Eco Friends:
Consumo consciente, discurso de bem-estar;
4. Tryvertising:
Busca de novas formas para proporcionar contato com o produto antes da compra; evolução do sampling.
Ex: máquina de café em mobiliário urbano;
5. Being Spaces & Brand Spaces:
Aproveitar todas as oportunidades de contato, facilitando a vida do target e estabelecendo um relacionamento.
Ex: formas de tornar o deslocamento casa-trabalho menos sofrível; no Japão, lan house onde você pode tomar banho;
Nokia silent booth - para falar no celular em show;
Acredito que todo processo de comunicação deve ser contínuo, como um relacionamento de conhecimento mútuo e esta premissa está cada vez mais acessível em virtude dos novos meios de interação - a evolução dos meios de comunicação ;)
Leia mais sobre o que foi discutido no II Fórum Internacional de Mídia do Rio de Janeiro no site do Grupo de Mídia RJ.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

TV no celular flexibiliza publicidade

TV no celular flexibiliza publicidade
Sistema cria horários de pico e reduz a disputa pelo tradicional horário nobre da tevê
Cláudia Bergamasco
21/08 - 17:17
A tecnologia pela qual é possível assistir programas de tevê na tela do celular ainda não tem data para chegar ao Brasil, mas nos países onde já é uma realidade (Japão, Coréia do Norte, África do Sul, Finlândia e Itália), o sistema mexeu com o setor da propaganda. Essa é a conclusão do vice-presidente executivo de vendas e marketing da unidade brasileira da Samsung, José Roberto Ferraz de Campos. Como o usuário pode assistir tevê em qualquer lugar e a qualquer hora, os anunciantes podem escolher vários horários de pico ao longo do dia para veicular suas campanhas. Na prática, o sistema reduz a disputa pelo tradicional horário nobre da tevê - no Brasil, entre 18 e 23 horas.
A Samsung já oferece aparelhos celulares aptos a receber sinal de tevê digital na Ásia e em alguns países da Europa. No Brasil, a chegada desse tipo de aparelho depende de vários fatores, entre eles, a definição do padrão de tecnologia a ser adotado, que não é único. Cada país adota um padrão diferente. A tendência, segundo Campos, é que o Brasil adote o japonês ISDN. De qualquer forma, não deve demorar muito para o consumidor brasileiro assistir programas de tevê pelo celular. Coisa de um ano, em média, estima o executivo.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

TV digital mudará maneira de medir ibope; telejornais podem perder pontos

13/08/2007 - 09h52
TV digital mudará maneira de medir ibope; telejornais podem perder pontos
DIÓGENES MUNIZEditor-assistente de Ilustrada da Folha Online
A TV digital transformará a maneira de medir audiência televisiva. O próprio faturamento publicitário das atrações sofrerá mudanças. Projeções com públicos restritos apontam quem ganhará telespectadores (séries e novelas) e quem perderá (telejornais) por conta da digitalização dos canais.
O Ibope está desenvolvendo um aparelho para descobrir não apenas a emissora sintonizada, como faz hoje, mas também o conteúdo digital que está sendo consumido seja qual for a grade de programação. Isso porque a TV digital chega com a promessa de, assim como nos EUA, oferecer autoprogramação, na qual o usuário pode escolher a hora em que verá determinado programa.
Diógenes Muniz/Folha Online
DIB 6, desenvolvido pelo Ibope, vai poder medir audiência de programas gravados na TV digital
"A TV digital cria uma alternativa para o telespectador. Haverá, sim, aumentos e quedas de audiência. É natural que aconteça", diz Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia.
A audiência de TV aberta no Brasil é medida hoje pelo DIB 4, um aparelho que é instalado na residência dos espectadores para revelar os canais sintonizados.
"Esse instrumento identifica em qual canal você sintoniza. Já o novo aparelho, DIB 6, vai monitorar conteúdo --também de internet, celular e rádio. Ele pode identificar um programa em segundos, minutos ou horas depois de ter sido transmitido e atribuir audiência", explica Dora.
Segundo o Ibope, falta ainda definir como os novos dados serão apresentados. Os pontos tradicionais como vemos hoje devem continuar, mas acompanhados de um levantamento mais complexo. Por exemplo: terá de se apresentar, além da audiência do programa na hora da transmissão, seu ibope acumulado quando foi visto por gravação digital. O DIB 6 terá amostra piloto ainda neste ano, em São Paulo.
Autoprogramação
Segundo projeções, a opção de armazenar e escolher a que hora assistir determinado programa (autoprogramação) favorece a audiência de séries e novelas. Uma pesquisa divulgada pela SKY em junho último sobre o hábito dos usuários de DVR --gravador de vídeo digital-- revelou que 41% dos assinantes preferem assistir apenas ao que eles mesmos gravam. Ou seja, quase metade dos usuários não acompanha mais a TV "ao vivo", na ordem em que a programação é oferecida pelas emissoras.
De toda a grade, os programas menos gravados por quem já usa o DVR em TV por assinatura são os telejornais, segundo o mesmo estudo de comportamento. Apesar do estudo ser sobre um público isolado, segue-se a lógica de que, diferentemente de novelas e seriados, telejornais são produtos mais perecíveis, de data de validade mais curta.
O gravador de vídeo digital estará fora dos primeiros nos receptores da TV digital brasileira --os chamados "set top box", que devem custar pelo menos cerca de R$ 800. Técnicos dizem que eles chegariam num segundo lote, a médio prazo.
Michael Probst/AP

TV digital chega em dezembro deste ano a São Paulo; confira o especial da Folha Online
No entanto, a Net vai levar ao mercado em dezembro um produto que funcionará como receptor de TV digital e gravará programas. O DVR da Net chega aos assinantes em dezembro, na estréia da TV digital, também por cerca de R$ 800.
Comerciais
A autoprogramação ainda permitirá que, manualmente, o telespectador evite comerciais. De acordo com especialistas, os jornalísticos serão os produtos mais prejudicados caso o "corte" do intervalo pegue no Brasil.
Para se manterem rentáveis, os programas devem inserir ainda mais merchandising (introduções "sutis" de produtos na transmissão) durante a atração ou recorrer a patrocínios. Os telejornais, em tese, não podem incluir ofertas deste tipo em suas notícias, com perigo de perderem a suposta independência editorial.
Nelson Hoineff, cineasta e diretor do IETV (Instituto de Estudos de Televisão), lembra que alguns telejornais do século passado traziam a propaganda em seus nomes --caso do "Repórter Esso" e da primeira versão do "Jornal Nacional", da TV Rio, patrocinado pelo Banco Nacional.
"A idéia do 'break' é recente. As plataformas digitais, como a internet, apontam para o conteúdo sob demanda, fazendo com que a programação em grade seja severamente modificada a longo prazo. Esperamos que isso traga uma maneira diferente e específica de comercialização", diz Nelson. Para ele, no entanto, "não é razoável pensar em merchandising em telejornais".
"Esse recurso [de conteúdo sob demanda] é terrível. Querem acabar com o nosso negócio", rebate José Marcelo Amaral, diretor de tecnologia da Rede Record. Para ele, "a TV é feita para a população de massa ver o que está passando ao vivo".
Programa de notícias de maior audiência na TV brasileira, o Jornal Nacional atinge em média cerca de 6 milhões de pessoas na Grande SP a cada transmissão.
Proibição
Lucio Tavora/Folha Imagem

Ministro Hélio Costa diz que decisão sobre bloqueador na TV Digital não foi tomada
Pela proposta dos radiodifusores, a decisão de proibir ou não a gravação dos programas será da própria emissora de televisão.
Em alguns casos, a gravação será totalmente proibida e o sinal enviado pelas emissoras já estará bloqueado.
Para outros programas, a gravação será permitida, mas o sinal será bloqueado para regravação. Ou seja, o telespectador poderá gravar a novela, por exemplo, para ver em outro horário, mas não conseguirá repassar o arquivo para um CD, o que permitiria a reprodução e mesmo comercialização do programa.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

MTV investe em games

MTV investirá US$ 500 milhões em jogos 16/8/2007 16:02:00
A MTV Networks planeja investir mais de 500 milhões de dólares em videogames, e vê essa categoria aquecida do mercado de entretenimento como uma das peças centrais do seu crescimento, com o objetivo de atingir os consumidores onde quer que eles passem seu tempo. O plano de investimento com prazo de dois anos é parte de uma estratégia mundial que incorpora desde o início o desenvolvimento de jogos a planos de concepção de toda a programação, em lugar de acrescentá-los posteriormente, dizem executivos."Os jogos são vitais", disse Mika Salmi, presidente de mídia digital mundial na MTV Networks, em entrevista, na semana passada. Salmi se transferiu para a MTV depois de a controladora da empresa, Viacom, adquirir a Atom Entertainment, no ano passado, por 200 milhões de dólares. Na Atom, ele comandava a Shockwave.com, pioneira dos jogos online. "Na medida em que estreitamos e aprofundamos a abordagem de nossas marcas para atender aos nossos nichos de audiência dirigida, decidimos investir mais de 500 milhões de dólares em nossa divisão de jogos, para todas as marcas de nosso portfólio", afirmou Judy McGrath, presidente-executiva e do conselho da MTV Networks, à Reuters."Gostaria de ver mais jogos para algumas de nossas maiores marcas atuais no grupo de música", declarou McGrath, em referência ao desenvolvimento de jogos para toda a gama de programas da rede. A aposta é considerada um risco, em um setor no qual o índice de fracasso é considerável, enquanto as empresas de mídia tradicional tentam encontrar espaço no setor mundial de videogames, que movimenta 30 bilhões de dólares ao ano. "As companhias de mídia estão loucas, se pensam em produzir videogames diretamente", afirmou Michael Pachter, analista da Wedbush Morgan sobre o desenvolvimento de jogos complicados para consoles. "Elas agem como se qualquer um fosse capaz desse trabalho. E a verdade é que nem todos são".Os historiadores apontam para a incursão da Warner Communications no mercado de jogos, em 1976, com a aquisição da Atari, pioneira nos jogos de fliperama e consoles de videogame. A transação foi vista como um dos maiores fracassos do grupo.Kenneth Li - Reuters

Self Reality - CGC

No Multishow, "Retrato Celular" mostra pessoas em "self-reality"
LUIZ FERNANDO VIANNADA SUCURSAL DO RIO Se a última grande novidade da televisão foram os reality shows, por que não se inspirar nos blogs e no YouTube e fazer algo mais reality e menos show? Esse pensamento, traduzido no conceito "self-reality", levou a Conspiração Filmes a realizar, sob encomenda do canal Multishow, a série "Retrato Celular".Durante duas semanas, 24 telefones com alta qualidade na captação de som e imagem foram entregues a jovens de quatro Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul). Orientação: filmar o que quisessem de suas vidas. Até no extremo norte da Noruega um dos aparelhos foi parar, levado pelo maratonista mineiro Camilo Geraldi."Ao filmarem as próprias vidas, as pessoas escolhem o que querem mostrar e acabam se mostrando. Nós não criamos estereótipos. Mas, às vezes, elas mesmas se estereotipam", diz o diretor-geral Andrucha Waddington, emocionado ao citar um longo e silencioso plano feito pelo músico carioca Leandro Sapucahy, 37, de seu filho Leonardo, 9: "Nunca vi material tão íntimo".Sapucahy foi o personagem-piloto, convidado em março passado. Em seguida, a equipe dos diretores Patricia Guimarães, Monica Almeida e Paulo de Barros foi atrás de outros jovens que tivessem "carisma", como resumem.É gente como a gaúcha Nicole, 20, que exibe sem constrangimento, no episódio "Beleza e Estética", os seus inúmeros cuidados com a beleza, aparecendo até em trajes íntimos.Ou o artista multimídia Chivitz, que repassa seus conhecimentos para o filho no capítulo "Pais e Filhos".Ou, ainda, Fernando, um paquerador carioca que, no segmento "Fidelidade", resume sua atividade no lema "Eu não tenho filtro".Tímidas no início, as pessoas se soltavam com os dias. "Optamos pelo menor dispositivo de filmagem possível. E o celular está presente no cotidiano de todos. Se entrássemos nas casas com uma equipe de quatro pessoas, ninguém ficaria à vontade", explica o produtor-executivo Luiz Noronha, um dos idealizadores do projeto.InterferênciasA Conspiração ressalta ter sido mínima a sua interferência nas gravações, mas ela existiu. Em primeiro lugar, ao verem que um jovem estava insistindo muito em um tema ou em um lugar, a equipe de diretores pedia diversificação.Após receberem o material bruto, eles fizeram entrevistas com todos, para costurar as imagens e enquadrar os personagens nos assuntos dos oito episódios. E depois, é claro, houve a edição."Estudei com Jean Rouch na França, trabalhei três anos com Eduardo Coutinho, mas agora é que estou descobrindo o que é cinema direto", exalta Patricia Guimarães.A música "Olho Mágico" foi composta por Gilberto Gil especialmente para a trilha do programa. Gil vinha estimulando Andrucha há bastante tempo a se aprofundar no cinema digital."Eu disse a ele: "melhor ainda. Você vai começar num estágio de aventura e risco até mais avançado do que eu imaginava'", diz o ministro da Cultura.

Música - eventos

Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007

Guaraná “sabor rock”
Enquanto a Coca-Cola investe em encontros consagrados (e inusitados) no Estúdio Coca-Cola, o Guaraná Antarctica aposta nas bandas independentes. Em parceria com a gravadora Som Livre, a empresa promove o concurso “Dá um Gás na sua Banda” que pretende escolher as 20 melhores bandas independentes de rock do Brasil. “Queremos valorizar os novos talentos da música e, por isso, resolvemos desenvolver uma ação que fizesse com que essas pessoas fossem reveladas”, diz Adrianne Elias, gerente de marketing de refrigerantes e não-alcóolicos da AmBev, fabricante do Guaraná. Para participar, as bandas devem se cadastrar no site www.gasfestival.com.br e enviar, em formato mp3, uma música própria (pop-rock) e um cover. Uma comissão julgadora ficará responsável por selecionar as 40 melhores bandas inscritas e que entre os dias 17 e 24 de agosto serão submetidas ao voto popular através do site do concurso.As 20 bandas mais votadas pelo público tocam no GAS Festival, evento promovido pelo Guaraná Antarctica no 1° de setembro na Chácara do Jockey, em São Paulo. A banda vencedora ganha um contrato com a Som Livre para o lançamento de um CD, com tiragem inicial de 10 mil cópias e também apoio na divulgação e orientação para a seleção do repertório e desenvolvimento da carreira. “O fato das bandas poderem se inscrever pela Internet democratiza o concurso e nos dá a oportunidade de analisar o cenário de new-rock pelo Brasil afora, já que temos bandas inscritas do Pará ao Rio Grande do Sul”, avalia Marcelo Toller, gerente artístico da gravadora Som Livre.

Blog - uma nova forma de Mídia?

Quinta-feira, 9 de Agosto de 2007

Blog da Intel
Em se tratando de ações de marketing digital, a filial brasileira da Intel está mostrando que não dorme no ponto. Lançou o divertido curta-metragem interativo (quem viu, gostou) e agora anuncia oficialmente o lançamento do seu blog corporativo. Batizado de Brasil Digital, o blog tem a participação de sete executivos de diferentes áreas da empresa que escrevem sobre tecnologias atuais e futuras, desafios e oportunidades de Tecnologia da Informação, inclusão digital, entre outros assuntos. “O blog será uma ferramenta de colaboração dos executivos da Intel”, diz Elber Mazaro, diretor de marketing da Intel. “Assim como os executivos, qualquer pessoa poderá opinar sobre os assuntos abordados”.Com o blog, a Intel pretende abrir mais um canal de interação e troca de informações especialmente com profissionais de TI, jornalistas, estudantes e entusiastas por tecnologia. E no Brasil Digital, o visitante encontra ainda os links para blogs de executivos da Intel de outros países.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

TV digital mudará maneira de medir ibope; telejornais podem perder pontos

13/08/2007 - 09h52

DIÓGENES MUNIZEditor-assistente de Ilustrada da Folha Online
A TV digital transformará a maneira de medir audiência televisiva. O próprio faturamento publicitário das atrações sofrerá mudanças. Projeções com públicos restritos já arriscam quem ganhará telespectadores (séries e novelas) e quem perderá (telejornais) por conta da digitalização dos canais.
O Ibope está desenvolvendo um aparelho para descobrir não apenas a emissora sintonizada, como faz hoje, mas também o conteúdo digital que está sendo consumido seja qual for a grade de programação. Isso porque a TV digital chega com a promessa de, assim como nos EUA, oferecer autoprogramação, na qual o usuário pode escolher a hora em que verá determinado programa.
Diógenes Muniz/Folha Online
DIB 6, desenvolvido pelo Ibope, vai poder medir audiência de programas gravados na TV digital
"A TV digital cria uma alternativa para o telespectador. Haverá, sim, aumentos e quedas de audiência. É natural que aconteça", diz Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia.
A audiência de TV aberta no Brasil é medida hoje pelo DIB 4, um aparelho que é instalado na residência dos espectadores para revelar os canais sintonizados.
"Esse instrumento identifica em qual canal você sintoniza. Já o novo aparelho, DIB 6, vai monitorar conteúdo --também de internet, celular e rádio. Ele pode identificar um programa em segundos, minutos ou horas depois de ter sido transmitido e atribuir audiência", explica Dora.
Segundo o Ibope, falta ainda definir como os novos dados serão apresentados. Os pontos tradicionais como vemos hoje devem continuar, mas acompanhados de um levantamento mais complexo. Por exemplo: terá de se apresentar, além da audiência do programa na hora da transmissão, seu ibope acumulado quando foi visto por gravação digital. O DIB 6 terá amostra piloto ainda neste ano, em São Paulo.
Autoprogramação
Segundo projeções, a opção de armazenar e escolher a que hora assistir determinado programa (autoprogramação) favorece a audiência de séries e novelas. Uma pesquisa divulgada pela SKY em junho último sobre o hábito dos usuários de DVR --gravador de vídeo digital-- revelou que 41% dos assinantes preferem assistir apenas ao que eles mesmos gravam. Ou seja, quase metade dos usuários não acompanha mais a TV "ao vivo", na ordem em que a programação é oferecida pelas emissoras.
De toda a grade, os programas menos gravados por quem já usa o DVR em TV por assinatura são os telejornais, segundo o mesmo estudo de comportamento. Apesar do estudo ser sobre um público isolado, segue-se a lógica de que, diferentemente de novelas e seriados, telejornais são produtos mais perecíveis, de data de validade mais curta.
O gravador de vídeo digital estará fora dos primeiros nos receptores da TV digital brasileira --os chamados "set top box", que devem custar pelo menos cerca de R$ 800. Técnicos dizem que eles chegariam num segundo lote, a médio prazo.
Michael Probst/AP

TV digital chega em dezembro deste ano a São Paulo; confira o especial da Folha Online
No entanto, a Net vai levar ao mercado em dezembro um produto que funcionará como receptor de TV digital e gravará programas. O DVR da Net chega aos assinantes em dezembro, na estréia da TV digital, também por cerca de R$ 800.
Comerciais
A autoprogramação ainda permitirá que, manualmente, o telespectador evite comerciais. De acordo com especialistas, os jornalísticos serão os produtos mais prejudicados caso o "corte" do intervalo pegue no Brasil.
Para se manterem rentáveis, os programas devem inserir ainda mais merchandising (introduções "sutis" de produtos na transmissão) durante a atração ou recorrer a patrocínios. Os telejornais, em tese, não podem incluir ofertas deste tipo em suas notícias, com perigo de perderem a suposta independência editorial.
Nelson Hoineff, cineasta e diretor do IETV (Instituto de Estudos de Televisão), lembra que alguns telejornais do século passado traziam a propaganda em seus nomes --caso do "Repórter Esso" e da primeira versão do "Jornal Nacional", da TV Rio, patrocinado pelo Banco Nacional.
"A idéia do 'break' é recente. As plataformas digitais, como a internet, apontam para o conteúdo sob demanda, fazendo com que a programação em grade seja severamente modificada a longo prazo. Esperamos que isso traga uma maneira diferente e específica de comercialização", diz Nelson. Para ele, no entanto, "não é razoável pensar em merchandising em telejornais".
"Esse recurso [de conteúdo sob demanda] é terrível. Querem acabar com o nosso negócio", rebate José Marcelo Amaral, diretor de tecnologia da Rede Record. Para ele, "a TV é feita para a população de massa ver o que está passando ao vivo".
Programa de notícias de maior audiência na TV brasileira, o Jornal Nacional atinge em média cerca de 6 milhões de pessoas na Grande SP a cada transmissão.
Proibição
Lucio Tavora/Folha Imagem

Ministro Hélio Costa diz que decisão sobre bloqueador na TV Digital não foi tomada
Pela proposta dos radiodifusores, a decisão de proibir ou não a gravação dos programas será da própria emissora de televisão.
Em alguns casos, a gravação será totalmente proibida e o sinal enviado pelas emissoras já estará bloqueado.
Para outros programas, a gravação será permitida, mas o sinal será bloqueado para regravação. Ou seja, o telespectador poderá gravar a novela, por exemplo, para ver em outro horário, mas não conseguirá repassar o arquivo para um CD, o que permitiria a reprodução e mesmo comercialização do programa.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

TV por assinatura - 4.960.828 assinantes

Os serviços de TV por assinatura são destinados à distribuição de sinais de vídeo e/ou áudio para assinantes. Eles são prestados em 4 modalidades de tecnologia/tipo de outorga.

Assinantes de TV por assinatura
Assinantes de TV por Assinatura (Fonte: Anatel)

Fonte: Anatel
2004 2005 2006 1T07 2T07
TV a Cabo 2.270.297 2.510.883 2.841.900 2.924.384 3.016.808
DTH 1.350.410 1.437.943 1.479.554 1.541.508 1.644.529
MMDS 230.434 27.561 257.916 271.575 291.919
TVA - - 3.755 5.766 7.572
Total 3.851.141 4.176.387 4.583.125 4.743.233 4.960.828
Densidade*
2,11
2,26
2,45
2,52
2,63
* Assinantes/100hab

Assinantes de TV por Assinatura (Fonte: ABTA/Seta)

Brasil é o quinto no mundo em leitores de blog, diz pesquisa

Por Nando Rodrigues, da PC WORLD*
04-08-2007
Imprima Comente Erros? del.icio.us Digg a a a
Pesquisa sobre Social Media realizada pela Intel mostra que dos 170 milhões de blogueiros do mundo, 5,9 milhões são brasileiros
Embora a penetração da internet no Brasil ainda fique aquém do desejado, os internautas brasileiros se destacam na rede. Uma pesquisa da agência McCann divulgada neste sábado (04/03) pela Intel, mostra que somos 5o maior grupo de leitores de blogs, com 10% mais leitores do que a média mundial.
Realizada entre o final do ano passado e o início de 2007 com 10 mil pessoas (que representam, proporcionalmente, 75% de um total de 532 milhões de usuários web), em 21 países, a pesquisa mostra que o número de internautas europeus ainda é mais do que o dobro do que o número de pessoas com acesso à web em dois dos países mais populosos da América Latina – Brasil e México. Juntas, estas nações contabilizam 30,9 milhões de internautas.Blogosfera e multimídia
No ranking dos países com o maior número de blogueiros, estimado em 170 milhões de internautas, o Brasil ocupa a terceira posição (5% acima da média mundial, em número absoluto sobre a população com acesso à web), com 5,9 milhões de usuários.
A disseminação de conteúdo multimídia também merece destaque. O País é o 4o no mundo em número de upload de fotos, com uma média de imagens carregadas (23% acima da média mundial).
O interesse dos usuários brasileiros por conteúdo multimídia merece destaque. o Brasil é o 3o país no mundo que mais assiste vídeos na web e o segundo que mais carrega conteúdo multimídia na internet. Ainda na área multimídia, os brasileiros são o 3o no ranking mundial em download de podcasts.
Redes sociaisNão surpreende o grande interesse dos brasileiros por novidades na web, constatados em fenômenos como o Orkut e o YouTube. A pesquisa confirmou que o Brasil, de fato, continua com o maior número de usuários de redes sociais, com o México na segunda posição.
Entretanto, quando o assunto é comunicadores instantâneos (IM), a situação se inverte, com o Brasil ocupando o segundo lugar.* Colaboraram Daniela Braun, editora do IDGNow! e Alexandre Scaglia, editor do COMPUTERWORLD

Nova geração de internautas diz adeus ao e-mail e à televisão

Atualizada em 05 de agosto de 2007 às 19h20

São Paulo - Ele tem paciência limitada, é multitarefa, é instantâneo e espera que tudo seja interativo. Conheça o novo consumidor da web.
Eles preferem o computador à TV, carregam celular no bolso e já decretaram a aposentadoria do e-mail e do telefone - gostam mesmo é de conversas instantâneas e interativas, seja pelos mensageiros eletrônicos, pelos torpedos SMS ou pelas redes sociais. Esse é o perfil da novíssima geração de internautas, as crianças que já nasceram e cresceram conectadas.“Trata-se de uma geração que tem paciência limitada, que é multitarefa, que é instantânea e espera que tudo seja interativo. Toda marca deverá ser capaz de responder a esse ambiente”, afirma o guru de branding e autor do best-seller BrandChild, Martin Lindstrom - um dos destaques internacionais do Digital Age 2.0, evento organizado pelo IDG Brasil, pelo IDG Now! e pela JumpEducation, que acontece de 09 a 10 de agosto, em São Paulo.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Mercado Publicitário na Am. Latina 2007

Latin American magazines like Caras (Argentina) and Veja (Brazil) are seeing ad growth. (Photos: Publicitas)

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Argentina sees the strongest advertising growth, but Mexico and Brazil also do well.
BY CHRONICLE STAFF
Latin American advertising revenues will grow by 6.4 percent this year to $21.3 billion. Next year, the market should grow another 6.9 percent to $22.8 billion, according to the latest forecast from London-based ad agency ZenithOptimedia.
That means Latin America remains among the fastest-growing advertising markets worldwide. This year, for example, Latin America's ad market will grow more than those of the United States (3.3 percent growth), Asia-Pacific (6.3 percent) and Western Europe (4.2 percent), according to the ZenithOptimedia forecast.
"Latin America is ... down slightly – owing to a softening of exports and domestic demand in Mexico – but is still growing at about twice its long-term average rate," ZenithOptimedia says.The Internet is also becoming an important advertising outlet in several countries. In Chile, it's now the fastest-growing ad channel, while it's the second-fastest ad outlet in Brazil, although the size in both countries...