20/7/2007 10:05:00
As operadoras de celular que atuam no estado de São Paulo pretendem se unir para dividir os custos de implantação de uma rede de telefonia móvel na infra-estrutura do metrô paulista. Desta forma, os cerca de 3 milhões de usuários dos trens subterrâneos poderão falar ao celular durante o trajeto a partir de dezembro deste ano. A Companhia do Metropolitano de São Paulo lançou um chamamento público no qual as interessadas em implantar a estrutura podem se inscrever até o dia 10 de agosto. As propostas serão abertas no dia 13 do mesmo mês, quando a documentação e habilitação de cada uma será avaliada pela equipe técnica do metrô.Segundo Sérgio Assenço, vice-presidente de regulamentação da Vivo, a principal exigência do processo é que a companhia tenha uma licença de Serviço Móvel Pessoal (SMP) da Anatel. "Assim, evita-se que um aventureito queira disputar o negócio", afirmou. Além disso, a companhia vai exigir uma remuneração mensal da operadora escolhida para explorar o serviço em nome da utilização da infra-estrutura do metrô.Como não há impedimento para a formação de consórcios, Assenço explica que as operadoras decidiram se unir para dividir os custos. Vivo, Claro e TIM já haviam concordado com a proposta e decidiram chamar também a Nextel e a Unicel - esta ainda em vias de dar início à implantação dos seus serviços, já que foi habilitada no último leilão realizado pela Anatel, no início deste ano.Ambas concordaram, segundo o executivo da Vivo e, por isso, agora as empresas trabalham na criação de um memorando de entendimento. Cada uma, entretanto, assinará um contrato em separado com a Companhia do Metropolitano e, por isso, cada uma pagará a mensalidade de cerca de 73 mil reais pelo uso da infra-estrutura.Os custos para a montagem da rede de telefonia móvel estão estimados entre 12 milhões e 15 milhões de dólares, de acordo com Assenço. Segundo ele, a Companhia do Metropolitano vai deixar uma "janela" de quatro a cinco horas nas madrugadas para as operadoras trabalharem. Por isso, ele acredita que não será possível concluir todo o processo este ano. "Todas as estações, no entanto, já estarão cobertas até essa data", explicou. Até o primeiro trimestre de 2008, ele espera concluir a rede em 100% dos túneis subterrâneos.Na avaliação de Assenço, com o modelo do consórcio entre as operadoras "será um bom negócio para todos os lados". Se cada uma tivesse de bancar sozinha a montagem de sua rede, "ficaria inviável", diz ele.Fonte: Computerworld
sexta-feira, 20 de julho de 2007
domingo, 15 de julho de 2007
TV Assinatura - recorde de crescimento em 2007
FSP, 15 de julho de 2007
Problemas da TV por assinatura, que deve crescer 15% neste ano, tendem a explodir com a venda casada de internet e telefonia; consumidor sofre com reprises e abusos
DANIEL CASTROCOLUNISTA DA FOLHA TEREZA NOVAES DA REPORTAGEM LOCAL
Impulsionada pela internet rápida, a TV paga deve crescer mais de 15% neste ano, recorde da década. Consequentemente, os defeitos do serviço também devem se espalhar como praga.As dores de cabeça provocadas pela TV paga vão desde o excesso de comerciais e reprises até a cobrança indevida de serviços e o mau atendimento prestado via telefone. A essa lista agora se adicionam os problemas gerados pela digitalização, pela venda de serviços de telefonia e banda larga e pela decisão do canal Fox de dublar toda a sua programação, antes legendada, e de aportuguesar títulos de seriados.Só no primeiro trimestre de 2007, segundo a PTS (empresa que monitora o setor) o número de assinantes de TV paga subiu 4,7% -o equivalente à projeção mais otimista de crescimento do conjunto da economia do país para todo o ano. No entanto, o total de reclamações contra a TV paga só no Procon de São Paulo aumentou 22% em relação ao mesmo período de 2006. Nos três primeiros meses deste ano, o Procon-SP recebeu 62 reclamações de TV paga, oito a mais do que durante todo o ano de 2004.Na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), órgão que estabeleceu e fiscaliza metas de qualidade para o setor, as denúncias saltaram de 491 em janeiro de 2006 para 1.800 em abril último, um crescimento assombroso de 267%.Há que se considerar ainda que grande parte das chateações da TV paga não chega aos órgãos de defesa do consumidor. E as mais graves vão diretamente para a Justiça.O que mais irrita o assinante é justamente o preço da TV paga, mostra uma pesquisa nacional feita no ano passado pelo Ibope, sob encomenda da PTS. Depois vêm a reprise de filmes, séries e programas, os intervalos comerciais e as constantes quedas de sinal das operadoras.Goela abaixoEsse tipo de reclamação não chega ao Procon. "O que mais tem gerado reclamações são os combos [pacotes com TV, internet e telefone]. Muita gente contrata telefone e televisão, mas no local não há condições técnicas para telefonia e o consumidor não consegue cancelar a contratação. Em outros casos, as pessoas contratam os três serviços, resolvem cancelar um deles e os preços voltam a ser integrais", afirma Marcia Christina Oliveira, técnica do Procon-SP.Para o advogado José Eduardo Tavolieri, presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB-SP, os combos são impostos "goela abaixo" do consumidor e caracterizam venda casada, o que é proibido."A única opção para o consumidor é aceitar ou não o serviço que está sendo ofertado e da forma como está sendo ofertado. Dificilmente, ele consegue contratar um serviço único, por causa dos pacotes, mediante preços "fantásticos". O consumidor não pode ser compelido, por causa de um produto, a levar outro, sob pena de não ter nenhum", diz Tavolieri.A técnica do Procon orienta o consumidor a ler atentamente o contrato antes de autorizar a instalação. "O contrato tem de ser bilateral, mas a grande maioria não é", diz. Outro abuso cometido pelas empresas, segundo ela, é a cobrança de taxa por boleto bancário.A partir da leitura de contrato, por exemplo, o consumidor pode descobrir que seu serviço de banda larga às vezes fica estreito porque há um limite de downloads e uploads. Um grupo de internautas, entretanto, acredita que a Net reduz a velocidade de sua banda larga quando detecta que o usuário faz download de músicas e de séries, o que pode prejudicar a TV paga. Há até um vídeo no YouTube protestando. A Net nega.Na Anatel, a explosão de reclamações foi causada pela digitalização da Net. A operadora deixou de fora de seu line-up digital, que tem qualidade superior de imagem e som, os canais obrigatórios, como TV Senado e TVs comunitárias.
Problemas da TV por assinatura, que deve crescer 15% neste ano, tendem a explodir com a venda casada de internet e telefonia; consumidor sofre com reprises e abusos
DANIEL CASTROCOLUNISTA DA FOLHA TEREZA NOVAES DA REPORTAGEM LOCAL
Impulsionada pela internet rápida, a TV paga deve crescer mais de 15% neste ano, recorde da década. Consequentemente, os defeitos do serviço também devem se espalhar como praga.As dores de cabeça provocadas pela TV paga vão desde o excesso de comerciais e reprises até a cobrança indevida de serviços e o mau atendimento prestado via telefone. A essa lista agora se adicionam os problemas gerados pela digitalização, pela venda de serviços de telefonia e banda larga e pela decisão do canal Fox de dublar toda a sua programação, antes legendada, e de aportuguesar títulos de seriados.Só no primeiro trimestre de 2007, segundo a PTS (empresa que monitora o setor) o número de assinantes de TV paga subiu 4,7% -o equivalente à projeção mais otimista de crescimento do conjunto da economia do país para todo o ano. No entanto, o total de reclamações contra a TV paga só no Procon de São Paulo aumentou 22% em relação ao mesmo período de 2006. Nos três primeiros meses deste ano, o Procon-SP recebeu 62 reclamações de TV paga, oito a mais do que durante todo o ano de 2004.Na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), órgão que estabeleceu e fiscaliza metas de qualidade para o setor, as denúncias saltaram de 491 em janeiro de 2006 para 1.800 em abril último, um crescimento assombroso de 267%.Há que se considerar ainda que grande parte das chateações da TV paga não chega aos órgãos de defesa do consumidor. E as mais graves vão diretamente para a Justiça.O que mais irrita o assinante é justamente o preço da TV paga, mostra uma pesquisa nacional feita no ano passado pelo Ibope, sob encomenda da PTS. Depois vêm a reprise de filmes, séries e programas, os intervalos comerciais e as constantes quedas de sinal das operadoras.Goela abaixoEsse tipo de reclamação não chega ao Procon. "O que mais tem gerado reclamações são os combos [pacotes com TV, internet e telefone]. Muita gente contrata telefone e televisão, mas no local não há condições técnicas para telefonia e o consumidor não consegue cancelar a contratação. Em outros casos, as pessoas contratam os três serviços, resolvem cancelar um deles e os preços voltam a ser integrais", afirma Marcia Christina Oliveira, técnica do Procon-SP.Para o advogado José Eduardo Tavolieri, presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB-SP, os combos são impostos "goela abaixo" do consumidor e caracterizam venda casada, o que é proibido."A única opção para o consumidor é aceitar ou não o serviço que está sendo ofertado e da forma como está sendo ofertado. Dificilmente, ele consegue contratar um serviço único, por causa dos pacotes, mediante preços "fantásticos". O consumidor não pode ser compelido, por causa de um produto, a levar outro, sob pena de não ter nenhum", diz Tavolieri.A técnica do Procon orienta o consumidor a ler atentamente o contrato antes de autorizar a instalação. "O contrato tem de ser bilateral, mas a grande maioria não é", diz. Outro abuso cometido pelas empresas, segundo ela, é a cobrança de taxa por boleto bancário.A partir da leitura de contrato, por exemplo, o consumidor pode descobrir que seu serviço de banda larga às vezes fica estreito porque há um limite de downloads e uploads. Um grupo de internautas, entretanto, acredita que a Net reduz a velocidade de sua banda larga quando detecta que o usuário faz download de músicas e de séries, o que pode prejudicar a TV paga. Há até um vídeo no YouTube protestando. A Net nega.Na Anatel, a explosão de reclamações foi causada pela digitalização da Net. A operadora deixou de fora de seu line-up digital, que tem qualidade superior de imagem e som, os canais obrigatórios, como TV Senado e TVs comunitárias.
terça-feira, 10 de julho de 2007
IBOPE Mídia divulga Pesquisa Nacional de Telecomunicações
10/7/2007 09:32:00
O IBOPE Mídia , empresa do Grupo IBOPE, realizou um estudo inédito sobre o cenário atual das telecomunicações no Brasil. Foram ouvidas 8.000 pessoas acima de 16 anos, em todas as regiões do País, entre novembro e dezembro de 2006. O resultado obtido foi dividido em três categorias de produto: televisão, internet e telefonia.
1 - Televisãoa) Parabólica Praticamente em todos os domicílios existe ao menos um aparelho de TV, sendo que em mais de um terço deles, há dois ou mais televisores. Para 63% das pessoas, a maior variedade/diversidade de canais e programas, além da imagem e do som, são fatores importantes para motivar a compra de uma antena parabólica para o domicílio.Embora a antena parabólica seja muito utilizada nas cidades pela classe C e também esteja presente em grandes concentrações nas zonas rurais, a antena interna ainda é a mais utilizada pela população. b) TV por assinaturaPraticamente dois terços das residências da classe A possui TV por assinatura, principalmente na região Sudeste e nas capitais do Brasil, e 71% de quem utiliza este tipo de serviço pretende permanecer com a mesma operadora e o mesmo pacote.
2 - InternetMais de 70% das pessoas da classe A acessam internet em seus domicílios. Independente da classe socio-econômica, mais de um terço das pessoas que acessam a internet de seus domicílios não o fazem de nenhum outro lugar. Dentre os internautas que afirmaram não ter acesso à banda larga, 42% pretendem adquirir o serviço nos próximos seis meses.
3 - Telefoniaa) FixaMais de 80% dos proprietários de telefones fixos realizam ligações interurbanas e um quarto dos domicílios da classe A têm ao menos duas linhas desse tipo de telefone. b) Móvel (Celular)Cerca de 25% dos usurários de telefone celular trocam de aparelho no mínimo uma vez ao ano e 10% gostariam de mudar de operadora imediatamente. Um dado interessante detectado pelo estudo é que, apesar das operadoras de telefonia móvel sempre ocuparem o topo do ranking de reclamações de consumidor, a maior parte do público pesquisado afirma não querer trocar de operadora.Independente de classe social, um quarto dos domicílios brasileiros têm pelo menos duas linhas de telefone móvel, sendo que o sistema pré-pago é o mais comum entre os jovens. Dentre os recursos disponíveis no aparelho celular, o mais utilizado é o de envio e recebimento de mensagens de texto ( SMS).
O IBOPE Mídia , empresa do Grupo IBOPE, realizou um estudo inédito sobre o cenário atual das telecomunicações no Brasil. Foram ouvidas 8.000 pessoas acima de 16 anos, em todas as regiões do País, entre novembro e dezembro de 2006. O resultado obtido foi dividido em três categorias de produto: televisão, internet e telefonia.
1 - Televisãoa) Parabólica Praticamente em todos os domicílios existe ao menos um aparelho de TV, sendo que em mais de um terço deles, há dois ou mais televisores. Para 63% das pessoas, a maior variedade/diversidade de canais e programas, além da imagem e do som, são fatores importantes para motivar a compra de uma antena parabólica para o domicílio.Embora a antena parabólica seja muito utilizada nas cidades pela classe C e também esteja presente em grandes concentrações nas zonas rurais, a antena interna ainda é a mais utilizada pela população. b) TV por assinaturaPraticamente dois terços das residências da classe A possui TV por assinatura, principalmente na região Sudeste e nas capitais do Brasil, e 71% de quem utiliza este tipo de serviço pretende permanecer com a mesma operadora e o mesmo pacote.
2 - InternetMais de 70% das pessoas da classe A acessam internet em seus domicílios. Independente da classe socio-econômica, mais de um terço das pessoas que acessam a internet de seus domicílios não o fazem de nenhum outro lugar. Dentre os internautas que afirmaram não ter acesso à banda larga, 42% pretendem adquirir o serviço nos próximos seis meses.
3 - Telefoniaa) FixaMais de 80% dos proprietários de telefones fixos realizam ligações interurbanas e um quarto dos domicílios da classe A têm ao menos duas linhas desse tipo de telefone. b) Móvel (Celular)Cerca de 25% dos usurários de telefone celular trocam de aparelho no mínimo uma vez ao ano e 10% gostariam de mudar de operadora imediatamente. Um dado interessante detectado pelo estudo é que, apesar das operadoras de telefonia móvel sempre ocuparem o topo do ranking de reclamações de consumidor, a maior parte do público pesquisado afirma não querer trocar de operadora.Independente de classe social, um quarto dos domicílios brasileiros têm pelo menos duas linhas de telefone móvel, sendo que o sistema pré-pago é o mais comum entre os jovens. Dentre os recursos disponíveis no aparelho celular, o mais utilizado é o de envio e recebimento de mensagens de texto ( SMS).
terça-feira, 3 de julho de 2007
Comportamento Infantil
CN faz pesquisa sobre comportamento infantil - 29/6/2007
Pesquisa KIDS EXPERTS faz levantamento sobre diversos aspectos do universo infantil, como hábitos de consumo, uso de novas tecnologias, preferências e expectativas sobre o futuro
O Cartoon Network, líder de audiência entre os canais de TV por assinatura no Brasil, acaba de anunciar os resultados da pesquisa KIDS EXPERTS, iniciativa que busca aprofundar o conhecimento sobre hábitos e comportamento infantil, assim como sobre a percepção que elas têm de si mesmas e do mundo. O levantamento engloba dados referentes a interesses e preferências de entrevistados de todo o País. Os temas avaliados foram "ser criança", "amigos", "consumo", "mundo" e "tecnologia".
Tendo como objetivo uma melhor compreensão sobre o comportamento das crianças no ato de compra, suas aspirações e valores, o estudo usou como metodologia técnicas como entrevistas em profundidade com crianças, mães e professoras; observações dos momentos de compra com meninos e meninas de 6 e 7 anos e 10 e 11 anos, relacionadas a três temas distintos: brinquedos, roupas e tecnologia - às crianças, era dada a tarefa de comprar um presente para uma outra criança amiga/o do moderador até R$200, sendo que elas escolhiam o shopping e lojas que queriam visitar; exercícios qualitativos como desenhos; e entrevistas online aplicadas por meio do site www.cartoonnetwork.com.br.
O tema "ser criança" teve como objetivo avaliar o significado da infância para pais, professores e crianças de diferentes faixas etárias. Ao serem questionados sobre qual é o melhor aspecto de ser criança, a maioria dos meninos, 28%, entre 7 e 15 anos respondeu que é poder brincar com brinquedos e jogos, enquanto para a maioria das meninas na mesma faixa etária, 22%, é poder brincar com os amigos.¹ Já o pior aspecto em ser criança é, para os meninos, levar bronca dos pais e fazer lição de casa, segundo 38% dos entrevistados. As meninas responderam à mesma pergunta dizendo que o pior de ser criança é não poder ir onde querem, resposta de 44% das entrevistadas.²
O estudo sobre "amigos" enfocou a percepção que as crianças têm delas mesmas e de seu círculo de amizades. Uma das questões focava no aspecto que as crianças mais valorizam em uma amizade. Meninos e meninas responderam igualmente que é poder confiar os seus segredos, 33% dos garotos e 45% das garotas³. Sobre o que mais conversam? Os meninos falam de videogames, 49% das respostas e as meninas conversam sobre outros meninos e meninas, 34% do total.4
Foi feito também um levantamento sobre a relação das crianças com o "consumo". A pesquisa propôs uma observação etnográfica dos momentos de compra com meninos e meninas de 6 e 7 anos e 10 e 11 anos, relacionando três tipos diferentes de itens: brinquedos, roupas e tecnologia. Seguem alguns resultados interessantes:
[1]
meninos dispersam mais, escolhem inicialmente o dobro dos itens que as meninas, mas em tecnologia a dificuldade para escolher algum item foi igual para ambos os sexos. Dentro do shopping center as meninas vão direto ao que querem, escolhendo a loja por impulso. Os meninos são mais dispersivos e olham toda a loja antes de decidir.
E o que elas pensam do mundo atual? A fim de mapear o que as crianças pensam do "mundo" e quais são suas expectativas, o estudo trouxe resultados curiosos. Por exemplo, questões sociais como drogas, pobreza, violência, guerras e problemas ecológicos como aquecimento global e desmatamento já inquietam as crianças, tendo sido os assuntos mais citados como suas maiores preocupações. Quando se trata de sua vida particular, o que mais as preocupa é a responsabilidade com os estudos e em tirar boas notas, se dar bem com seus amigos e que seus pais não fiquem desempregados. Sobre suas aspirações, a profissão de sonho da maioria dos garotos é ser jogador de futebol, 21%. As meninas sonham em se tornar veterinárias, 17% do total de respostas desse grupo.5
O KIDS EXPERTS revelou um grande interesse das crianças por "tecnologia". O estudo mostra que MP4 e MP3 players e IPod são os principais objetos de desejo de meninos e meninas, com 36% e 49%, respectivamente.6 A pesquisa revela também outros dados comportamentais das crianças em relação à tecnologia ao propor a compra de aparelhos eletrônicos na tarefa de observação etnográfica dos hábitos de consumo.
[1] Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) Qual é a melhor coisa de ser criança?
² Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) Qual é a pior coisa de ser criança?
3 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) Qual a coisa mais importante de ter um melhor amigo ou amiga?
4 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) De que assuntos você mais fala com seus amigos?
5 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) O que você quer ser quando crescer?
6 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 (1.066) / Meninos (567) / Meninas (499) Pensando no Dia das Crianças, que presente você gostaria de receber nesse dia?
Pesquisa KIDS EXPERTS faz levantamento sobre diversos aspectos do universo infantil, como hábitos de consumo, uso de novas tecnologias, preferências e expectativas sobre o futuro
O Cartoon Network, líder de audiência entre os canais de TV por assinatura no Brasil, acaba de anunciar os resultados da pesquisa KIDS EXPERTS, iniciativa que busca aprofundar o conhecimento sobre hábitos e comportamento infantil, assim como sobre a percepção que elas têm de si mesmas e do mundo. O levantamento engloba dados referentes a interesses e preferências de entrevistados de todo o País. Os temas avaliados foram "ser criança", "amigos", "consumo", "mundo" e "tecnologia".
Tendo como objetivo uma melhor compreensão sobre o comportamento das crianças no ato de compra, suas aspirações e valores, o estudo usou como metodologia técnicas como entrevistas em profundidade com crianças, mães e professoras; observações dos momentos de compra com meninos e meninas de 6 e 7 anos e 10 e 11 anos, relacionadas a três temas distintos: brinquedos, roupas e tecnologia - às crianças, era dada a tarefa de comprar um presente para uma outra criança amiga/o do moderador até R$200, sendo que elas escolhiam o shopping e lojas que queriam visitar; exercícios qualitativos como desenhos; e entrevistas online aplicadas por meio do site www.cartoonnetwork.com.br.
O tema "ser criança" teve como objetivo avaliar o significado da infância para pais, professores e crianças de diferentes faixas etárias. Ao serem questionados sobre qual é o melhor aspecto de ser criança, a maioria dos meninos, 28%, entre 7 e 15 anos respondeu que é poder brincar com brinquedos e jogos, enquanto para a maioria das meninas na mesma faixa etária, 22%, é poder brincar com os amigos.¹ Já o pior aspecto em ser criança é, para os meninos, levar bronca dos pais e fazer lição de casa, segundo 38% dos entrevistados. As meninas responderam à mesma pergunta dizendo que o pior de ser criança é não poder ir onde querem, resposta de 44% das entrevistadas.²
O estudo sobre "amigos" enfocou a percepção que as crianças têm delas mesmas e de seu círculo de amizades. Uma das questões focava no aspecto que as crianças mais valorizam em uma amizade. Meninos e meninas responderam igualmente que é poder confiar os seus segredos, 33% dos garotos e 45% das garotas³. Sobre o que mais conversam? Os meninos falam de videogames, 49% das respostas e as meninas conversam sobre outros meninos e meninas, 34% do total.4
Foi feito também um levantamento sobre a relação das crianças com o "consumo". A pesquisa propôs uma observação etnográfica dos momentos de compra com meninos e meninas de 6 e 7 anos e 10 e 11 anos, relacionando três tipos diferentes de itens: brinquedos, roupas e tecnologia. Seguem alguns resultados interessantes:
[1]
meninos dispersam mais, escolhem inicialmente o dobro dos itens que as meninas, mas em tecnologia a dificuldade para escolher algum item foi igual para ambos os sexos. Dentro do shopping center as meninas vão direto ao que querem, escolhendo a loja por impulso. Os meninos são mais dispersivos e olham toda a loja antes de decidir.
E o que elas pensam do mundo atual? A fim de mapear o que as crianças pensam do "mundo" e quais são suas expectativas, o estudo trouxe resultados curiosos. Por exemplo, questões sociais como drogas, pobreza, violência, guerras e problemas ecológicos como aquecimento global e desmatamento já inquietam as crianças, tendo sido os assuntos mais citados como suas maiores preocupações. Quando se trata de sua vida particular, o que mais as preocupa é a responsabilidade com os estudos e em tirar boas notas, se dar bem com seus amigos e que seus pais não fiquem desempregados. Sobre suas aspirações, a profissão de sonho da maioria dos garotos é ser jogador de futebol, 21%. As meninas sonham em se tornar veterinárias, 17% do total de respostas desse grupo.5
O KIDS EXPERTS revelou um grande interesse das crianças por "tecnologia". O estudo mostra que MP4 e MP3 players e IPod são os principais objetos de desejo de meninos e meninas, com 36% e 49%, respectivamente.6 A pesquisa revela também outros dados comportamentais das crianças em relação à tecnologia ao propor a compra de aparelhos eletrônicos na tarefa de observação etnográfica dos hábitos de consumo.
[1] Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) Qual é a melhor coisa de ser criança?
² Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) Qual é a pior coisa de ser criança?
3 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) Qual a coisa mais importante de ter um melhor amigo ou amiga?
4 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) De que assuntos você mais fala com seus amigos?
5 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 anos (1.113) O que você quer ser quando crescer?
6 Fonte: Pesquisa CN.com.br / Base: Crianças 7-15 (1.066) / Meninos (567) / Meninas (499) Pensando no Dia das Crianças, que presente você gostaria de receber nesse dia?
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