Primeira revista interativa do Brasil atinge 140 mil assinaturas (acho que não é a primeira, mas vá lá...)
Tabu, a primeira revista interativa do Brasil, desenvolvida para adolescentes, atingiu no mês de abril a marca de 140 mil assinaturas. O serviço lançado em outubro de 2005, em parceria com o SBT, conta com um serviço de envio de SMS com conteúdos de entretenimento, como, amor, moda, beleza, notícias, curiosidades sobre os ídolos e horóscopo. Além disso, as usuárias podem fazer testes de personalidade pelo celular e ainda baixar toques e imagens exclusivas de seus ídolos para personalizar seu celular.
Além do serviço de SMS, que é responsável por mais de 5 milhões de mensagens mensais, existe também o portal na Internet onde as usuárias podem participar de promoções exclusivas. O site, lançado há oito meses, conta hoje com mais de 35 mil meninas cadastradas que recebem semanalmente uma newsletter.
A Ei Móvil, empresa responsável pelo produto, fez recentemente um estudo do perfil de suas assinantes e descobriu que 87% delas têm entre 10 e 17 anos. Além disso, a maioria das entrevistadas não tem computador em casa e utiliza um aparelho celular pré-pago. "Descobrimos um nicho de mercado muito promissor, são jovens que não têm acesso a Internet, mas que procuram conteúdo para se divertir, se informar e até mesmo se diferenciar", afirma Fabio Cardoso, diretor da Ei Móvil.
Joost inclui CNN entre outros canais
A empresa de IPTV Joost, criada pelos mesmos criadores do Skype e Kazaa, anunciou nesta terça-feira um acordo para a distribuição de conteúdos da rede de TV Turner Broadcasting, o que inclui a rede de notícias CNN e outros programas jornalísticos e de entrevistas."Até o final deste mÊs estaremos totalmente abertos, permitindo que qualquer um baixe nosso software a partir do site da empresa", disse Yvette Alberdingk Thijm, diretora de aquisição de conteúdos do Joost.
Ao entrar no site da empresa (www.joost.com), o usuário ainda se depara com uma caixa de diálogo onde precisa cadastrar seu endereço de e-mail para ser notificado do início das operações.
Além do acordo com a CNN, o Joost também terá seriados antigos da Sony, como As Panteras (Charlie´s Angels) e Starsky & Hutch e a Hasbro irá liberar episódios antigos de desenhos como Transformers e Comandos em Ação (G.I. Joe), todos com os áudios originais em inglês.
O Joost já assinou acordos de conteúdo com a Viacom (dona das redes MTV e Nickelodeon), Warner Music Group e CBS; e está rodando testes publicitários com diversas empresas como Coca-Cola, Nike, Microsoft, Procter & Gamble, Sony e Visa.
Alberdingk Thijm não detalhou os acordos envolvidos com as empresas donas dos conteúdos mas disse que as rendas publicitárias serão compartilhadas entre a empresa e os donos dos vídeos.
Fonte: AP
Petrobras invade mídia digital
A Quê Comunicação, uma das agências de publicidade da Petrobras, aposta no crescimento do acesso à internet via celulares e identifica uma nova oportunidade de mídia para a estatal. A Petrobras será a patrocinadora do Projeto Hands Remix, realizado em parceria com o portal de sites móveis Hands, pioneiro no mercado e empresa da holding Ideiasnet. A ação foi desenvolvida com o objetivo de apresentar à Petrobras um ambiente publicitário para associação da marca a projetos de tecnologia de ponta.
A Petrobras acredita que a tecnologia vai proporcionar praticidade aos usuários de telefonia móvel. "A Petrobras busca estar à frente nas suas atividades de negócio. Com suas estratégias de comunicação não é diferente. Queremos estar presentes em mídias inovadoras como o Remix, uma tecnologia inédita que vai facilitar muito a vida do usuário", explica a gerente setorial de Mídia da Companhia, Ana Cláudia Esteves. Petrobras tb foi um dos primeiros a entrar no 2º Life!
Teles apostam em conteúdo gerado por seus clientes
A operadora de telefonia móvel Vivo prepara o lançamento, nos próximos meses, de um serviço que permitirá a seus assinantes divulgar os próprios vídeos pelo celular. Os "campeões de audiência" serão premiados. Pode ser em dinheiro ou bônus para gastar no telefone - o formato ainda está sendo definido. "Queremos introduzir o conceito de interatividade", afirma o diretor de produtos e serviços da operadora, Alexandre Fernandes.
Todas estudam maneiras de transformar em negócios o interesse de seus clientes em serviços como o YouTube, a comunidade virtual MySpace e o site de compartilhamento de fotos Flickr, que surgiram com a chamada web 2.0, a segunda e mais interativa geração da internet.
No caso das operadoras de telecomunicações, especificamente, a distribuição de conteúdos dessa natureza é vista como um caminho para aumentar o interesse por seus serviços de internet (fixa ou móvel) e fomentar a geração de tráfego em suas redes.
Uma enquete apresentada há três semanas pela consultoria americana Accenture durante o seminário Global Convergence Forum, em Roma, sinaliza a importância do tema para as empresas do setor. Para 57% dos executivos de comunicações ouvidos no levantamento, a rápida expansão dos conteúdos produzidos pelos usuários é um dos três maiores desafios que enfrentam hoje.
Mais do que isso, 68% afirmaram esperar que em até três anos suas empresas começarão a fazer dinheiro com esse tipo de atividade. Assinaturas e publicidade foram apontadas como as principais fontes de receita , mas 24% disseram que ainda não sabem qual será o modelo de negócio . Pontos de interrogação não faltam. Poucos se arriscam a fazer elucubrações sobre quão longe essa tendência poderá chegar e ninguém sabe ao certo como lidar com direitos autorais neste mundo novo. Mas boa parte dos executivos parece não ter dúvidas de que é uma realidade que veio para ficar.
"É difícil prever o que virá agora, mas vídeos continuam a ser um tema quente", afirma o vice-presidente de negócios da Fox Interactive Media, Michael Barrett. Em 2005, a Fox, que pertence à News Corp., despertou críticas ao adquirir o site de relacionamentos MySpace, então pouco conhecido. Hoje, 162 milhões de perfis de usuários, que distribuem 42 mil vídeos por dia, compartilham músicas, compram e vendem produtos e divulgam suas marcas prediletas. "É um fenômeno cultural", diz o executivo.Fonte: Valor Econômico
Microsoft compra empresa de publicidade móvel
A Microsoft anunciou na quinta-feira a compra da empresa européia de propaganda em celulares ScreenTonic. O objetivo é ganhar espaço no crescente mercado de publicidade para telefones móveis. A Microsoft - maior produtora mundial de software - não revelou os termos financeiros do acordo. A ScreenTonic, com sede em Paris, é uma das primeiras companhias da Europa a desenvolver uma plataforma para gerenciar e publicar anúncios em celulares equipados com acesso à Internet.
A propaganda em celulares ainda é uma indústria nascente quando comparada à publicidade na Web, mas é um mercado-alvo da Microsoft e de rivais na Internet como Google e Yahoo!. A empresa de pesquisa ABI Research estima que o mercado global de propaganda e marketing em celulares crescerá seis vezes até 2011, para 19 bilhões de dólares. Fonte: Reuters
Navegação (GPS) é próximo alvo da indústria de celulares Depois de roubar mercado aos fabricantes de despertadores e câmeras, o setor de celulares tem um novo alvo: os produtores de sistemas pessoais de navegação. Os fabricantes de celulares vêem a navegação como uma das próximas grandes áreas de aumento de receita , e mesmo no estágio incipiente em que esse mercado se encontra, os analistas estimam seu movimento anual em centenas de milhões de euros. Enquanto há alguns anos fabricantes de aparelhos de navegação portáteis como a holandesa TomTom desconsideravam a possível concorrência do setor de celulares, agora eles reconhecem o potencial risco para seus negócios.
A tecnologia GPS permite que os fabricantes de celulares desenvolvam sistemas de navegação sem recorrer às operadoras de telefonia móvel, e pelo menos alguns dos celulares com recursos de navegação podem ser usados para orientação mesmo que não estejam conectados às redes das operadoras no momento do uso. As operadoras obteriam uma parcela dos negócios quando o fluxo de dados em tempo real começar. Até o momento, o sonho das fabricantes de celulares é que as pessoas usem seus aparelhos para localizar, por exemplo, restaurantes vizinhos, mas os produtores de aparelhos de navegação para automóveis já começaram a oferecer esse tipo de serviço. Fonte: Reuters
quinta-feira, 3 de maio de 2007
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